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⚓ Armada Portuguesa: Lanchas de Desembarque Classe "Alfange" (1965 - 1975)

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Lanchas de Desembarque Os navios desta classe foram construídos nos Estaleiros Navais do Mondego ( Figueira da Foz ), com um projeto baseado na Classe LCT-4 de origem britânica. Pelo seu deslocamento superior a 400 toneladas, foram classificados pela Marinha Portuguesa como Lanchas de Desembarque Grandes (LDG) . Lanchas de Desembarque Classe "Alfange" 📜 História e Emprego Operacional Estas lanchas foram utilizadas na Guerra do Ultramar em missões de reabastecimento logístico, transporte de tropas e operações anfíbias, sobretudo em apoio dos Fuzileiros. Foram empregues nos teatros de operações de Angola e da Guiné-Portuguesa, onde desempenharam um papel essencial na mobilidade das forças.    NRP Alfange NRP Alfange (LDG 101) Entrou ao serviço em 1965 e foi batizada com o nome de uma arma medieval (o alfange).  Desempenhou um papel vital na Guiné-Portuguesa, um cenário onde a guerra era predominantemente fluvial e logística. Foi ...

⚓ Armada Portuguesa: Lancha de Fiscalização Classe "Júpiter" (1965-1975)

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Lanchas de Fiscalização Esta série de Lanchas de Fiscalização Pequenas foi construída nos Estaleiros Navais do Mondego , na Figueira da Foz . Batizadas com nomes de planetas , estas embarcações serviram sobretudo no teatro africano durante a Guerra do Ultramar. Lancha de Fiscalização Classe "Júpiter" A maioria das unidades foi destacada para o Lago Niassa , em Moçambique, onde desempenharam um papel essencial em missões de patrulhamento e apoio às forças terrestres. 📜 História e Emprego Operacional As lanchas desta série foram transportadas para o interior de África através de complexas operações logísticas, recorrendo a transporte ferroviário e rodoviário desde os portos do Índico até ao Lago Niassa. Baseadas em Metangula , integraram a Esquadrilha de Lanchas do Niassa, operando em missões de vigilância, transporte e apoio aos fuzileiros navais. Durante o conflito, participaram em ações contra forças da FRELIMO e em operações conjuntas com o Exército...

BNU: "Rupia" de Nova Goa (Emissão Cédulas 1918-1938)

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Em 1918 saíram as primeiras cédulas de rupias do BNU, para a índia Portuguesa. 1 Rupia Primeira emissão:  14 de Junho de 1918 Retirada da circulação:  2 de Setembro de 1938 2,5 Rupias Primeira emissão:  14 de Junho de 1918 Retirada da circulação:  2 de Setembro de 1938 4 Tangas Primeira emissão:  30 de Dezembro de 1918 Retirada da circulação:  2 de Setembro de 1938 Uma rupia dividi-se em dezasseis tangas. 8 Tangas Primeira emissão:  16 de Julho de 1919 Retirada da circulação:  2 de Setembro de 1938 Em 1958, a rupia foi substituída pelo escudo da Índia Portuguesa à razão de uma rupia para cada seis escudos.

BNU: Cédulas "Emissão Lisboa" para as Colónias de Angola e S. Tomé (1918-1929)

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(1918-1929) $05 Centavos (Loanda) (1918-1929) $20 Centavos (Loanda) (1918-1929) $05 Centavos (S. Tome) Saíram de circulação em 25/04/1929

Armada Portuguesa: Lanchas de Desembarque Classe "LDP 200" (1965 - 1975)

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As embarcações da classe foram construídas em Portugal, nos Estaleiros Navais do Mondego (Figueira da Foz) e constituem um desenvolvimento da classe LDP 100. Como era usual nas LDP, às embarcações da classe não foi atribuído um nome, sendo designadas pelo seu número de amura. LDP 201 (1965-1974) LDP 203 (1965-1974) As primeiras (13) foram construídas  entre 1965 e 1967, e as restantes (4) em 1969. LDP 204 (1966-1975) LDP 208 (1967-1975) As LDP 100 foram empregues no Guerra do Ultramar, sobretudo no teatro de operações da Guiné Portuguesa, território este, quase todo coberto por rios e terrenos alagados. As LDP eram usadas tanto em missões de combate - como patrulhamento, escolta de embarcações civis e desembarque de fuzileiros - como em missões de reabastecimento logístico - em proveito de unidades da Marinha, de unidades do Exército e, mesmo, de populações civis. LDP 210 (1967-1975) LDP 216 (1969-1975) Características Tipo:  Lancha de Desembar...

⚓ Armada Portuguesa: Lanchas de Desembarque Classe "LDM 400" (1964-1998)

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Lanchas de Desembarque A Classe “LDM 400” integrou a Marinha Portuguesa entre 1964 e 1980, com um total de 26 unidades construídas. Estas lanchas tiveram um papel fundamental na Guerra do Ultramar, sobretudo na Guiné Portuguesa, onde os rios e terrenos alagados exigiam meios anfíbios adaptados. 📜   História e Emprego Operacional As LDM ( Lanchas de Desembarque Médias ) foram concebidas para operações anfíbias, permitindo o transporte e desembarque de fuzileiros, viaturas e material militar. Destacaram-se pela sua robustez e versatilidade em ambientes fluviais e costeiros. Durante a Guerra do Ultramar, operaram em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, desempenhando missões de combate, patrulhamento, escolta e apoio logístico a forças militares e populações civis. Um dos episódios mais notáveis foi a deslocação de várias unidades para o Lago Niassa ( LDM 404 , LDM 405 , LDM 407 , LDM 408 ), transportadas por comboio e camiões através de zonas de risco, e...

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