Mensagens

A mostrar mensagens de novembro, 2020

Partilha

⚓ NRP São Gabriel: O “Pulmão” da Marinha Portuguesa (1963–1990)

Imagem
Navios-Reabastecedores O  NRP São Gabriel (A521) , em serviço entre 1963 e 1990, foi o "pulmão" da Marinha Portuguesa, garantindo que as forças navais pudessem operar longe de casa por longos períodos. Navio-Reabastecedor "São Gabriel" Foi construído nos estaleiros navais de Viana do Castelo, entrando ao serviço a  27 de março de 1963 . Veio substituir o navio-tanque  NRP São Brás , representando um salto significativo nas capacidades logísticas da Armada Portuguesa. 🇵🇹 NRP São Gabriel Guerra Colonial (1963–1974) Esta foi a sua missão mais crítica. O navio foi fundamental para a sustentação logística das forças navais portuguesas em África. Apoio logístico: Transportava combustível, água e mantimentos para as unidades que operavam na costa de Angola, Moçambique e Guiné. Capacidade de Reabastecimento: Conseguia ...

⚓ Armada Portuguesa: NRP Sagres – Orgulho dos Mares (1962-...)

Imagem
Navios-Escola à Vela O Navio-Escola NRP Sagres é o atual e mais emblemático veleiro da Marinha Portuguesa, encontrando-se ao serviço desde 1962 . Verdadeiro símbolo nacional, representa Portugal em missões de formação, diplomacia naval e preservação da tradição marítima. 📜 História e Desenvolvimento O NE Sagres foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, para desempenhar funções como navio-escola da Marinha Alemã — onde era chamado Albert Leo Schlageter . Destinado desde a sua origem à instrução naval, destacou-se pela sua robustez, elegância e excelentes qualidades de navegação. No final da Segunda Guerra Mundial, o navio foi capturado pelas forças dos Estados Unidos, sendo vendido à Marinha do Brasil, em 1948 com o nome de NE  Guanabara . Após cerca de 25 anos ao serviço do Brasil, o navio foi adquirido por Portugal em 1962 , passando a integrar a Marinha Portuguesa...

⚓ Classe Bellatrix (1ª Série): As Lanchas que Dominaram os Rios do Ultramar (1961-1975)

Imagem
Lanchas de Fiscalização A classe Bellatrix foi uma série de Lanchas de Fiscalização Pequenas (LFP) ao serviço da Marinha Portuguesa entre 1961 e 1975. Com um elevado número de unidades construídas, esta classe tornou-se a mais numerosa da história da Marinha Portuguesa. Batizadas com nomes de estrelas , estas embarcações foram utilizadas sobretudo em operações fluviais e costeiras durante a Guerra do Ultramar , particularmente nos rios da Guiné Portuguesa e no rio Zaire em Angola Lanchas Fiscalização Classe "Bellatrix" 1ª Série 📜 História e Emprego Operacional A primeira série de oito embarcações foi construída nos estaleiros alemães Bayerische Schiffbaugesellschaft , em Erlenbach am Main. Posteriormente foram construídas outras unidades semelhantes ( Classe "Bellatrix" 2ª Serie ),  nos  Estaleiros do Arsenal do Alfeite , adaptadas às necessidades operacionais dos teatros africanos. Estas lanchas foram concebidas para operar em rios e á...

⚓ Classe "LDP 100": Pequenas Lanchas, Grandes Desembarques (1961-1975)

Imagem
Lanchas de Desembarque A Classe “ LDP 100 ” integrou a frota de Lanchas de Desembarque Pequenas da Marinha Portuguesa entre 1961 e 1975. Inicialmente designadas como LD 1, foram reclassificadas em 1963 como LDP 100 e participaram ativamente na Guerra do Ultramar, sobretudo na Guiné Portuguesa, em rios e zonas alagadas. 📜   História e Desenvolvimento As lanchas LDP 100 foram construídas nos Estados Unidos da América e não receberam nomes próprios, sendo identificadas pelo número de amura. Eram concebidas para operações de desembarque de fuzileiros e patrulhamento fluvial, mas também desempenharam funções logísticas, transportando abastecimentos para unidades militares e populações civis. As primeiras unidades operaram principalmente na Guiné Portuguesa, onde os rios e terrenos alagados exigiam embarcações ágeis e de pequeno calado. Durante a Guerra do Ultramar, as LDP realizaram missões de combate, escolta e desembarque de tropas. LDP 101 LDP 101 (1961-1...

Vila Franca do Campo: 🌊 Um Refúgio de História, Paisagem e Tranquilidade nos Açores

Imagem
Vila Franca do Campo é um daqueles lugares onde o tempo parece abrandar. Entre o mar e as encostas verdes de São Miguel, a antiga capital da ilha guarda uma autenticidade rara, feita de fé, história e paisagens que nos obrigam a parar. Aqui, cada recanto conta uma história — desde ermidas solitárias a fortes costeiros, passando por miradouros que nos ficam gravados na memória. Vila Franca do Campo 📜 História curta Vila Franca do Campo foi a primeira capital da ilha de São Miguel até ao devastador terramoto de 1522, que mudou para sempre o destino da localidade. Apesar dessa tragédia, a vila renasceu e manteve um património rico, onde se cruzam influências religiosas, marítimas e defensivas, refletindo a importância estratégica que teve ao longo dos séculos. 🙏 Ermida de Nossa Senhora da Paz Começar por aqui é inevitável. Subir até à Ermida de Nossa Senhora da Paz é quase um ritual. A escadaria geométrica, rodeada de verde, conduz-nos a...

Partilha