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A mostrar mensagens de maio, 2018

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⚓ Corvetas – Classe “Braunschweig” (K 130)

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Corvetas A  Classe Braunschweig (K 130)  representa a mais moderna geração de corvetas da  Deutsche Marine , projetada para operações costeiras, patrulha, reconhecimento e combate de superfície em áreas litorâneas. Esses navios combinam tecnologia stealth, automação avançada e sistemas de sensores e armas para cumprir missões versáteis com tripulações relativamente pequenas. 📜   História e Missão A corveta líder,  FGS Braunschweig (F260) , foi comissionada em 2008. Já a  FGS Erfurt (F262)  é parte do primeiro lote da classe e entrou em serviço em 2013. Esses navios fazem parte do 1.º Esquadrão de Corvetas, baseado em Rostock-Warnemünde.   FGS Braunschweig (F260) FGS Braunschweig (F260)   FGS Erfurt (F262) FGS Erfurt (F262) 📐 Características Técnicas Parâmetro Valor Deslocamento 1.840 t (plena carga)  Comprimento ~ 89,1 m Boca (Largura) 13,3 m Calado 3,4 m Propulsão 2 × motores diesel MTU 20V 116...

💴 Cédulas do Município de Tavira (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a instabilidade política, social e económica contribuiu para uma acentuada escassez de moeda metálica. No concelho de Tavira , tal como em muitas outras regiões do país, surgiram emissões de cédulas fiduciárias locais, destinadas a assegurar o funcionamento das trocas comerciais do dia a dia. 💰 Cédulas Fiduciárias de Tavira (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações no sistema monetário, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Perante a escassez de moeda divisionária, especialmente necessária nas pequenas transações, tornou-se inevitável recorrer a soluções alternativa...

✈️ As Asas da Marinha na década 1930: Modernização e Operações Aéreas

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Aviação Naval Portuguesa Introdução Durante a década de 1930 e os primeiros anos de 1940, a Aviação Naval Portuguesa entrou numa fase de modernização progressiva, marcada pela incorporação de hidroaviões e aeronaves de reconhecimento de origem europeia e norte-americana. Estes aparelhos desempenharam missões essenciais de instrução, patrulhamento marítimo, fotografia aérea e apoio às operações navais em território continental e ultramarino, consolidando a experiência operacional da arma aérea da Marinha. 📑 Índice ⚓ Hidroaviões Junkers K43-W (1933-1941) ⚓ Hidroaviões Consolidated Fleet F-10B/F-10G (1933-1952) ⚓ Hidroaviões Hawker Osprey (1935-1941) ⚓ Hidroaviões Blackburn Shark IIa (1936-1938) ⚓ Aviões General Aircraft Monospar ST-12 (1936-1944) ⚓ Hidroaviões Avro 626 (1938-1950) Hidroaviões Junkers K43-W (1933-1941) Os Junkers K43-W  eram a versão militar dos modelos Junkers W33 e W34. Em 1933, a Aviação Naval Portuguesa recebeu cinco uni...

⚓ Os Guardiões do Império: A História dos Avisos da Classe Gonçalo Velho (1933-1964)

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Avisos Os avisos da Classe Gonçalo Velho foram construídos em Inglaterra, nos estaleiros Hawthorn Leslie , no âmbito do Programa Naval Português da década de 1930. Concebidos como avisos coloniais, tinham como missão assegurar a presença naval portuguesa nos diversos territórios do Império Colonial. Avisos da Classe Gonçalo Velho 📜 História e Emprego Operacional Com o objetivo de renovar a marinha e fornecer novos navios para patrulhar o império português, que incluía Angola, Moçambique e a Guiné-Portuguesa em África, bem como os enclaves de Goa, Damão, Diu na Índia,  Timor  e Macau na China, Lisboa encomendou um lote de quatro avisos, dois de primeira classe e dois de segunda classe, ao estaleiro britânico Hawthorn Leslie, em Tyne. Os navios da classe foram batizados com os nomes de dois dos navegadores portugueses envolvidos na descoberta das ilhas dos Açores e Madeira: Gonçalo Velho Cabral e João Gonçalves Zarco.   NRP Gonçalo Velho O NRP Gon...

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