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A mostrar mensagens de agosto, 2016

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Palácio Nacional da Pena (Sintra)

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 Palácio da Pena ergue-se sobre uma rocha escarpada, que é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra (acima do palácio só se encontra a Cruz Alta, a 528m de altitude).  O Palácio localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada.  O Palácio propriamente dito é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II.  Torre do  Relógio Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, em que se fantasia um imaginário castelo de caminhos de ronda com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e até uma ponte levadiça. Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que tinha sido erguido no topo da Serra de Sintra em 1511 pelo rei D. ...

Castelo dos Mouros

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Erguido sobre um maciço rochoso, isolado num dos cumes da serra de Sintra, na Estremadura, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até ao oceano Atlântico.

💴 Cédulas do Município de Santa Maria da Feira (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Santa Maria da Feira integrou este fenómeno através de emissões promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. 💰 Cédulas Fiduciárias de Santa Maria da Feira (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Diante da necessidade de dinheiro...

💴 Cédulas do Município de Santa Comba Dão (1917-1925)

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🪙 As cédulas representam uma forma de dinheiro de pequeno valor, geralmente associadas ao troco quotidiano. Ao contrário das notas — reservadas para valores mais elevados —, as cédulas eram normalmente utilizadas para montantes reduzidos, sendo frequentemente consideradas como valores inferiores a 1$00. 💰 Cédulas Fiduciárias de Santa Comba Dão 🧾 Definição e Enquadramento O termo cédula consagrou-se para designar o dinheiro de papel de pequeno valor, utilizado sobretudo como troco. Alguns autores classificam como cédulas todos os valores inferiores a 1$00, distinguindo-os claramente das notas emitidas para valores mais elevados. Para além disso, o papel-moeda podia ser emitido não apenas pela Casa da Moeda, mas também por municípios e entidades particulares, ficando as notas propriamente ditas sob responsabilidade do Banco de Portugal. Do ponto de vista técnico-financeiro, a principal diferença entre cédula e nota reside na sua convertibilidade: a cédula era...

💴 Cédulas do Município de Salvaterra de Magos (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Salvaterra de Magos integrou este fenómeno através de emissões promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. 💰 Cédulas Fiduciárias de Salvaterra de Magos (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Diante da necessidade de dinheiro m...

À Descoberta do Barreiro: 🌊 Tejo, Igrejas e Praias Fluviais”

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O Barreiro é uma cidade ribeirinha marcada pela relação profunda com o rio Tejo, pela herança industrial e por um património religioso e natural muitas vezes surpreendente. Entre igrejas históricas, praias fluviais e moinhos de vento, o Barreiro revela-se num passeio que cruza fé, paisagem e memória coletiva. Barreiro 📜 História curta O Barreiro conheceu grande desenvolvimento a partir do século XIX com a industrialização e a ligação fluvial a Lisboa. No entanto, muito antes das fábricas, já a religiosidade popular, os moinhos de vento e a vivência ribeirinha moldavam a identidade local. Hoje, a cidade combina património histórico com espaços naturais únicos junto ao Tejo. 🏛️  Centro Histórico do Barreiro O  Centro Histórico do Barreiro  é o coração identitário da cidade. Aqui concentram-se as principais igrejas, praças e edifícios que testemunham a evolução urbana e social do concelho. Percorrer estas ruas é descobrir a alma do Barr...

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