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A mostrar mensagens de agosto, 2013

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Serra da Tronqueira e Planalto dos Graminhais

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Sendo um dos últimos e o mais extenso e importante núcleo de vegetação nativa em São Miguel, a Serra da Tronqueira alberga um precioso conjunto de endemismos botânicos. Associados a estes podemos observar igualmente grande parte dos passeriformes endémicos dos Açores que evoluíram, a par com a Floresta Laurissilva, sendo um deles o singular priolo. Acidente geológico tem o seu ponto mais elevado a 1108 metros de altitude acima do nível do mar e é o ponto mais elevado da ilha de São Miguel. Caminho pedestre para o Pico da Vara  Para além da sua importância em termos de conservação, esta zona brinda-nos continuamente com paisagens mistas de beleza e misticismo, para além de inúmeras perspectivas dignas de postal. O exemplo magnífico é a contemplação do Pico da Vara, desde o Miradouro da Tronqueira. Pico da Vara Nas suas encostas nascem vários cursos de água, nomeadamente a Ribeira do Purgar, a Ribeira dos Lagos, Ribeira da Mulher, Ribeir...

💴 Cédulas do Município de Évora (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Évora integrou este fenómeno através da emissão de cédulas em papel promovidas por instituições assistenciais e municipais, destinadas a suprir a falta de numerário de baixo valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Évora (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, criação do escudo como nova unidade e modificações estruturais no sistema fiduciário. A inflação crescente e a valorização do metal provocaram o desaparecimento progressivo da moeda metálica de pequeno valor, essencial às transações diárias. Perante esta realidade, diversas instituições locais passaram a emitir cédulas fiduciárias em papel , v...

💴 Cédulas do Município de Estremoz (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à proliferação de emissões fiduciárias locais. O concelho de Estremoz integrou este fenómeno através da emissão de cédulas em papel promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Estremoz (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações no sistema monetário, com a criação de uma nova unidade e a modificação dos tipos, pesos e ligas das moedas, procurando manter inalterado o seu valor real. Contudo, a inflação crescente e a valorização dos metais conduziram ao desaparecimento progressivo da moeda metálica de circulação, sobretudo das moedas divisionárias indispensáveis às pequenas transações diárias. N...

💴 Cédulas do Município de Estarreja (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa (1910–1926) , o concelho de Estarreja enfrentou uma significativa escassez de moeda metálica fracionária. Para assegurar o normal funcionamento do comércio e das pequenas transações diárias, surgiram emissões de cédulas particulares , nomeadamente das cooperativas locais. Cédulas de Estarreja – Primeira República 🏛️ 🧾 Contexto Histórico A Primeira República (1910-1926) ficou marcada pela instabilidade política, social e também económica e financeira. Com a implantação do novo regime, surgiram alterações monetárias: instituiu-se uma nova unidade e modificaram-se os títulos das moedas, o seu peso e liga, procurando, contudo, não alterar o seu valor real. 💰  Emissão de Cédulas em Estarreja Perante a crescente necessidade de dinheiro miúdo, surgiu uma nova moeda de recurso: a cédula de papel. A sua emissão saiu do âmbito exclusivo da Casa da Moeda e espalhou-se por todo o país, sob responsabilidade de câmaras muni...

💴 Cédulas do Município de Esposende (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Esposende integrou este fenómeno através de emissões promovidas pela Associação Comercial e Industrial , destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Esposende (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Diante da necessidade de dinheiro ...

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