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A mostrar mensagens de abril, 2020

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💴 Cédulas do Município de Vila Nova de Famalicão (1917-1925) 2ª Parte

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💸 O papel moeda emitido durante a Primeira República Portuguesa surgiu como resposta à enorme falta de moeda metálica em circulação. Em várias localidades portuguesas, comerciantes, misericórdias, câmaras municipais e entidades privadas passaram a emitir pequenas cédulas utilizadas no comércio diário. 💰 Papel Moeda em Portugal – 1ª República 🧾 Contexto Histórico A Primeira República Portuguesa (1910-1926) ficou marcada por forte instabilidade política, económica e social. A participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial agravou ainda mais a situação financeira do País. A inflação crescente e a valorização do metal levaram ao desaparecimento gradual das moedas metálicas de circulação. Muitas moedas eram guardadas ou fundidas devido ao valor do próprio metal ser superior ao valor facial. Para responder à escassez de trocos, surgiram as chamadas cédulas municipais , papel moed...

💴 Cédulas do Município de Vila Nova de Famalicão (1917-1925) 1ª Parte

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💸 O papel-moeda em Portugal durante a Primeira República refletiu um dos períodos mais difíceis da história económica nacional. A escassez de moeda metálica e a forte inflação levaram à emissão de cédulas municipais e particulares para suprir a necessidade de trocos e pequenas transações. 💰 Cédulas de Vila Nova de Famalicão 🧾 Papel-Moeda na Primeira República Portugal viveu ao longo da sua história sucessivas instabilidades económicas e financeiras. Apesar das riquezas provenientes dos descobrimentos e do comércio internacional, grande parte desses recursos foi utilizada sem garantir estabilidade duradoura ao país. Durante o século XIX, o Brasil desempenhou um papel importante na economia portuguesa através dos chamados “torna-viagem”, que trouxeram riqueza e investimento para um país ainda bastante carenciado. 🗺️ Cédulas Municipais de Vila Nova...

⚓ NRP Carvalho Araújo II: De Corveta de Guerra a Navio Hidrográfico (1959–1975)

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Navios Hidrográficos O NRP Carvalho Araújo II foi um navio hidrográfico da Marinha Portuguesa, com uma longa e diversificada carreira internacional. Construído durante a Segunda Guerra Mundial como corveta da Classe Flower, viria a desempenhar missões científicas e hidrográficas ao serviço de Portugal entre 1959 e 1975 . 📜 História e Desenvolvimento O navio foi construído em 1942 , nos estaleiros Harland & Wolf , em Belfast (Reino Unido), como uma corveta da Classe Flower, recebendo o nome HMS Chrysanthemum . Durante a Segunda Guerra Mundial, foi integrado nas Forças Navais Francesas Livres, sendo rebatizado Commandant Drogou . Após o conflito, foi vendido à África do Sul, onde foi convertido em navio baleeiro com o nome Terje 10 . Em 1958 , foi adquirido pela Marinha Portuguesa à empresa baleeira Hector Whaling Co. , da Cidade do Cabo. Após a sua conversão em navio hidrográfico, foi comissionado em 1959 para a Missão Hidr...

Armada Portuguesa: Lancha Fiscalização "Rio Minho I" (1957-1983) & "Rio Minho II" (1991-...)

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NRP Rio Minho I Foi construída no Arsenal do Alfeite em 1957, e esteve ao serviço da Armada até 1983. Esta lancha prestou serviço no Rio Minho.   Características Tipo:  Lancha de Fiscalização Deslocamento:  14 toneladas Dimensões:  13,17 m comp.; 3,23 m boca; 0,80 m calado Armamento:  2 metralhadoras de 7.62 mm  Propulsão:  2 motores diesel de 130 b.h.p. - 2 veios = 9 nós Guarnição:  8 marinheiros NRP Rio Minho II Foi construída no Arsenal do Alfeite, tendo sido aumentada ao efectivo em 1-8-1991. Está ao serviço na fiscalização fronteiriça do Rio Minho. Características Tipo:  Lancha de Fiscalização Deslocamento:  72 toneladas Dimensões:  22,40 m comp.; 6 m boca; 0,80 m calado Armamento:  2 metralhadoras de 7.62 mm  Propulsão:  2 motores diesel KHD - Deutz de 664 h.p. servindo dois hidrojactos Schottel = 9,5 nós Guarnição:  8 marinheiros

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