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A mostrar mensagens de novembro, 2016

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💴 Cédulas do Município de Sardoal (1917-1925)

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🪙 A designação cédula consagrou-se para o dinheiro de pequeno valor, geralmente utilizado como troco, quando emitido em papel, distinguindo-se da nota, reservada a valores mais elevados. Alguns autores consideram como cédulas os valores inferiores a 1$00, enquanto outros incluem todo o papel-moeda emitido fora do âmbito exclusivo do Banco de Portugal, nomeadamente por municípios, Misericórdias e particulares. 💰 Cédulas do Sardoal (Emissões Locais) 🧾 Conceito e Distinção Em termos técnicos, distingue-se a cédula da nota pelo seu lastro: a cédula seria convertível em metais de menor valor, enquanto a nota teria convertibilidade em prata ou ouro, refletindo maior estabilidade e confiança. 🗺️ Cédulas do Concelho do Sardoal 💵 Câmara Municipal Cédula $01 Centavo Cédula $02 Centavos Cédula $03 Centavos 💵 Câmara Municipal Cédula $03 Centavos ⚠️ Dinheiro de Necessidade O dinheiro de trocos circula intensa...

💴 Cédulas do Município de São Pedro do Sul (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em São Pedro do Sul, tanto entidades particulares como comerciantes recorreram à emissão de pequenos valores em papel para facilitar as transações diárias. 💰 Cédulas Fiduciárias de São Pedro do Sul (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Surgiu assim a cédula fiduciária em papel, cuja emissão ultrapassou o âmbito da Casa da...

🦅 Família Falconídeos – Os verdadeiros mestres do ar

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Se já viste um falcão a pairar no ar antes de mergulhar sobre a presa num voo rápido e preciso, então já presenciaste um membro da família dos falconídeos — um dos grupos mais fascinantes de aves de rapina do mundo. O que são os falconídeos? Os  falconídeos  (família  Falconidae ) pertencem à ordem  Falconiformes  e incluem cerca de  60 espécies  distribuídas por  10 géneros , entre os quais o bem conhecido  género Falco . Estas aves estão espalhadas por quase todo o planeta, desde desertos e savanas até montanhas e ilhas. 🔬 Características gerais O que distingue os falconídeos de outras aves de rapina diurnas — como as águias ou os milhafres — é a forma como  matam a presa : usam o  bico , e não as garras. O bico é curto, forte e termina numa ponta  curvada para baixo , com uma pequena “entalha” na parte superior chamada  “dente do falcão” , usada para quebrar o pescoço das presas. As garras continuam afiadas...

💴 Cédulas do Município de Santo Tirso (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em Santo Tirso, a Câmara Municipal emitiu pequenas cédulas em papel para suprir a falta de numerário de baixo valor nas transações quotidianas. 💰 Cédulas Fiduciárias de Santo Tirso (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Perante a necessidade de dinheiro miúdo, surgiu a cédula fiduciária em papel, cuja emissão ultrapas...

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