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💴 Cédulas dos Municípios de Seixal e Sever do Vouga (1917-1925)

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💸 As cédulas designavam o dinheiro de pequeno valor, geralmente utilizado para trocos no quotidiano, quando emitido em papel. Em oposição, o termo nota era reservado para valores mais elevados. Alguns autores consideram cédulas os valores inferiores a 1$00, enquanto outros incluem todo o papel-moeda emitido por entidades como a Casa da Moeda, municípios ou particulares. 💰 Cédulas – Dinheiro de Necessidade 🧾 Definição e Conceito Do ponto de vista técnico, distingue-se a cédula da nota pela sua conversibilidade. A cédula era convertível em metais de menor valor, enquanto a nota estava associada a metais preciosos como prata ou ouro. O dinheiro de pequeno valor circulava intensamente no dia a dia, o que provocava um desgaste rápido quando produzido em papel. Por essa razão, a sua utilização era geralmente excecional, aplicada apenas quando não existia moeda metálica suficiente. Este tipo de emissões ficou conhecido como dinheiro de necessidade ou dinheiro de ...

União das Freguesias de Azeitão (São Lourenço e São Simão)

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Azeitão foi município português extinto a 24 de Outubro de 1855 e integrado no concelho de Setúbal. É formada pelas antigas freguesias de Azeitão (São Lourenço e São Simão), mais conhecidas pelas designações de Vila Nogueira de Azeitão, Brejos de Azeitão, Vendas de Azeitão e Vila Fresca de Azeitão. Partilham o nome "de Azeitão", graças aos extensos olivais que, na época árabe, dominaram aquelas paragens. Igreja de S. Lourenço, VN de Azeitão

Regimento de Artilharia de Costa (7ª Bateria - Outão)

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A 7ª Bateria de Outão, situada na Serra da Arrábida, Outão Setúbal, pertencia ao Grupo Sul ( 5ª Bateria da Raposeira, 6ª da Bateria Fonte da Telha e 8ª Bateria de Albarquel) do Regimento de Artilharia de Costa (RAC) cujo objectivo era defender a entrada da foz do Porto de Setúbal, em conjunto com os outros redutos. Forte Velho do Outão A construção desta unidade militar de defesa da costa sadina iniciou-se entre 1944 e ficou operacional em 1954. Era composta por 3 baterias de Vickers 152mm, de fabrico inglês, de médio alcance (10 – 20 km), pelo antigo forte Velho de Outão e os aquartelamentos. Importa salientar que as mesmas nunca participaram em situações de conflito, sendo utilizadas, apenas, para exercícios de fogo real. 3 Peças Vickers de 15,2 cm Actualmente, apesar de ser um local com estruturas bélicas impressionantes e com vistas deslumbrantes para o estuário do Sado, os «canhões da memória» travam uma espécie de última guerra contra a destruição, contra o es...

Armada Portuguesa: Cruzadores Classe "Carvalho Araújo" (1921-1959)

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Ocasionalmente referida como Classe República foi uma classe de dois navios da Marinha Portuguesa que serviram como cruzadores, como avisos e como navios hidrográficos. NRP Carvalho Araujo I (1921-1959) Foram construídos nos estaleiros navais da Charles Connell and Company, em Scotstoun, para a Royal Navy  britânica e lançados à água em 1915, foram vendidos a Portugal a 10 de Março de 1920, sendo reclassificados como cruzadores. Entraram ao serviço da Armada Portuguesa em 1921. Avião sendo içado para bordo do "Carvalho Araújo"  NRP Republica II (1921-1939) Características técnicas Tipo:  Cruzador Deslocamento:  1 200 toneladas Dimensões:  81,6 m comp.; 10,2 m boca; 3,73 m calado Armamento:  2 peças de 100 mm; 2 peças de 76 mm; 1 peça 6,5 mm; 2 metralhadoras Propulsão:  2 caldeiras cilíndricas de 2 000 cv; 1 motor tripla expansão com 4 cilindros -            ...

⚓ Armada Portuguesa: Torpedeiros Classe "Ave" (1921-1940)

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Torpedeiros A classe “Ave” foi composta por vários torpedeiros integrados na Marinha Portuguesa após a Primeira Guerra Mundial. Estes navios pertenciam originalmente à classe austro-húngara Torpedoboot 82F (Tb82F) , construída em Fiume entre 1914 e 1916 para a Marinha Imperial e Real Austro-Húngara. Torpedeiros da Classe "Ave" Após o final da Primeira Guerra Mundial, vários torpedeiros desta classe foram distribuídos pelos países vencedores do conflito, como parte das indemnizações de guerra. Seis unidades foram atribuídas a Portugal em 1920. Durante o reboque para Portugal, em 29 de novembro de 1921 , dois dos navios afundaram-se durante a viagem.    NRP Ave (Ex-86F)  Torpedeiro NRP Ave (1921–1940) O NRP Ave  foi construido pelos estaleiros Ganz-Danubius em Fiume (atualmente Rijeka, Croácia) em 1914 foi um dos torpedeiros transferidos para a Marinha Portuguesa após a Primeira Guerra Mundial. Serviu durante as décadas de 1920...

💴 Cédulas do Município de Sardoal (1917-1925)

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🪙 A designação cédula consagrou-se para o dinheiro de pequeno valor, geralmente utilizado como troco, quando emitido em papel, distinguindo-se da nota, reservada a valores mais elevados. Alguns autores consideram como cédulas os valores inferiores a 1$00, enquanto outros incluem todo o papel-moeda emitido fora do âmbito exclusivo do Banco de Portugal, nomeadamente por municípios, Misericórdias e particulares. 💰 Cédulas do Sardoal (Emissões Locais) 🧾 Conceito e Distinção Em termos técnicos, distingue-se a cédula da nota pelo seu lastro: a cédula seria convertível em metais de menor valor, enquanto a nota teria convertibilidade em prata ou ouro, refletindo maior estabilidade e confiança. 🗺️ Cédulas do Concelho do Sardoal 💵 Câmara Municipal Cédula $01 Centavo Cédula $02 Centavos Cédula $03 Centavos 💵 Câmara Municipal Cédula $03 Centavos ⚠️ Dinheiro de Necessidade O dinheiro de trocos circula intensa...

💴 Cédulas do Município de São Pedro do Sul (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em São Pedro do Sul, tanto entidades particulares como comerciantes recorreram à emissão de pequenos valores em papel para facilitar as transações diárias. 💰 Cédulas Fiduciárias de São Pedro do Sul (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Surgiu assim a cédula fiduciária em papel, cuja emissão ultrapassou o âmbito da Casa da...

🦅 Família Falconídeos – Os verdadeiros mestres do ar

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Se já viste um falcão a pairar no ar antes de mergulhar sobre a presa num voo rápido e preciso, então já presenciaste um membro da família dos falconídeos — um dos grupos mais fascinantes de aves de rapina do mundo. O que são os falconídeos? Os  falconídeos  (família  Falconidae ) pertencem à ordem  Falconiformes  e incluem cerca de  60 espécies  distribuídas por  10 géneros , entre os quais o bem conhecido  género Falco . Estas aves estão espalhadas por quase todo o planeta, desde desertos e savanas até montanhas e ilhas. 🔬 Características gerais O que distingue os falconídeos de outras aves de rapina diurnas — como as águias ou os milhafres — é a forma como  matam a presa : usam o  bico , e não as garras. O bico é curto, forte e termina numa ponta  curvada para baixo , com uma pequena “entalha” na parte superior chamada  “dente do falcão” , usada para quebrar o pescoço das presas. As garras continuam afiadas...

💴 Cédulas do Município de Santo Tirso (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em Santo Tirso, a Câmara Municipal emitiu pequenas cédulas em papel para suprir a falta de numerário de baixo valor nas transações quotidianas. 💰 Cédulas Fiduciárias de Santo Tirso (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Perante a necessidade de dinheiro miúdo, surgiu a cédula fiduciária em papel, cuja emissão ultrapas...

💵 Cédulas: Município de Santiago do Cacém (1917-1925)

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Ao longo dos seus quase 900 anos de existência , Portugal enfrentou repetidas crises económicas e monetárias. Em momentos de escassez de moeda metálica, sobretudo de pequeno valor, foram muitas as comunidades que recorreram a soluções locais para manter o comércio e a vida quotidiana em funcionamento. Santiago do Cacém – Cédulas Municipais e Privadas (1917–1925) 🪙 🧾 Contexto Histórico Durante a Primeira República Portuguesa (1910–1926), a instabilidade política, a inflação e os efeitos económicos da Primeira Guerra Mundial provocaram uma acentuada falta de moeda divisionária. Esta realidade teve forte impacto no comércio local, especialmente nos concelhos do interior e nas vilas de dimensão média. 💰 A introdução do escudo em 1911, substituindo o real, não resolveu de imediato o problema da circulação monetária. Perante a escassez de moedas de cobre e níquel, o Estado acabou por tolerar emissões locais de papel-moeda , promovidas por câmaras municipais, serviço...

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