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A mostrar mensagens de dezembro, 2020

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⚓ Castor e Algol (1964-1972) — Duas Pequenas Lanchas, Grandes Missões

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Lanchas de Fiscalização As lanchas de fiscalização Castor e Algol integraram a Marinha Portuguesa durante a década de 1960, desempenhando missões de patrulhamento e fiscalização em diferentes territórios ultramarinos. Eram unidades de pequenas dimensões, mas adaptadas para operar em águas costeiras e interiores, onde a sua reduzida calagem constituía uma importante vantagem operacional. 📜 História e Emprego Operacional Durante a década de 1960, a Marinha Portuguesa recorreu a pequenas unidades de fiscalização para reforçar a sua capacidade de patrulhamento em zonas costeiras, rios e lagos dos territórios ultramarinos. Entre estas unidades encontravam-se as lanchas Castor e Algol , destinadas a missões onde a rapidez, o reduzido calado e a facilidade de operação eram fundamentais. NRP Castor (1964–1968) A NRP Castor foi construída nos Estaleiros Navais do Mondego , na Figueira da Foz, entrando ao serviço da Armada em 1964. A su...

⚓ Classe "Argos" I: As Sentinelas dos Rios e Mares na Guerra do Ultramar (1963-1975)

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Lanchas de Fiscalização A Classe “Argos I” integrou a frota de Lanchas de Fiscalização Grandes da Marinha Portuguesa, tendo desempenhado um papel relevante nas operações navais durante a Guerra do Ultramar. Concebidas inicialmente para o serviço no Extremo Oriente, acabariam por ser empregues intensivamente em teatros africanos. Lanchas Fiscalização — Classe "Argos I" 📜   História e Desenvolvimento As lanchas da  Classe “Argos I”  tiveram origem no  Projeto de Lancha para Timor , desenvolvido em resposta a um requisito da  Capitania do Porto de Díli , que pretendia uma embarcação capaz de assegurar a fiscalização e o controlo das águas territoriais do então Timor Português. Com o eclodir e agravamento da  Guerra do Ultramar , nenhuma das unidades foi enviada para Timor. Em alternativa, todas foram destacadas para África, onde passaram a desempenhar missões de patrulhamento fluvial e costeiro, apoio a forças terrestres, escolta e presença naval. ...

💴 Bancos Emissores de Cédulas: Banco de Barcelos & Banco do Minho (1918-1925)

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💸 As cédulas emitidas pelo Banco de Barcelos e pelo Banco do Minho são exemplos relevantes do dinheiro de necessidade utilizado em Portugal durante os períodos de escassez monetária da Primeira República. 💰 Cédulas do Banco de Barcelos e Banco do Minho 🏦 O Banco de Barcelos O Banco de Barcelos foi fundado em 16 de Abril de 1875, com capitais exclusivamente barcelenses. Ficou sediado em Barcelos e os seus primeiros estatutos foram publicados em 17 de Maio de 1875. (1918-...) $05 Centavos (1918-...) $05 Centavos $05 Centavos ...

💴 Cédulas do Município de Vouzela (1917-1925)

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💸 As cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Vouzela constituem um interessante exemplo do dinheiro de necessidade utilizado em Portugal durante os períodos de escassez monetária da Primeira República. 💰 Cédulas de Vouzela – Câmara Municipal 🧾 Crise Monetária na Primeira República A Primeira República (1910-1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. A inflação e a escassez de moeda metálica dificultavam a circulação de dinheiro miúdo e a realização de trocos no comércio diário. Com a implantação do novo regime republicano surgiram alterações monetárias, instituiu-se uma nova unidade monetária e modificaram-se os títulos das moedas, o seu peso e liga, mantendo-se, contudo, o respetivo valor real. Neste contexto, multiplicaram-se as emissões locais de pequenas cédulas em papel destinadas a suprir a falta de numerário metálico. 🗺️ Cédulas de Vouzela 🏛️ Câmara Municipal ...

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