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A mostrar mensagens de setembro, 2020

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🪰 Superfamília Oestroidea – As Recicladoras da Natureza

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Entre os insetos que mais intrigam pela sua aparência e importância ecológica, encontram-se as moscas-da-carne . Apesar de muitas vezes associadas a ambientes desagradáveis, estas pequenas criaturas desempenham um papel essencial na reciclagem da matéria orgânica e no equilíbrio natural dos ecossistemas. Também, destaca-se a Phormia regina, conhecida em Portugal como mosca-negra-azulada , uma espécie fascinante pela sua beleza metálica e relevância científica. Mosca-da-Carne (Sarcophaga carnaria ) As moscas-da-carne pertencem à família Calliphoridae , dentro da superfamília Oestroidea . São insetos de corpo robusto, com colorações metálicas brilhantes — azuis, verdes ou acobreadas — e olhos grandes e vermelhos que lhes conferem um aspeto peculiar. Têm o hábito de visitar matéria orgânica em decomposição, onde depositam os ovos, permitindo que as larvas se alimentem e contribuam para a decomposição natural. Mosca-da-Carne (Sarcophaga carnaria) Embora sejam frequent...

Navio-Reabastecedor "São Gabriel" (1963-1995)

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Foi construído nos estaleiros navais de Viana do Castelo e entrou em serviço a 27 de Março de 1963. Substituiu o navio-tanque NRP São Brás .   Durante os anos "70" sofreu algumas alterações, tais como alojamentos para uma companhia de fuzileiros e pista para helicópteros.  Possuía 2 paus de carga para sólidos e 6 postos de reabastecimento para líquidos. Com estes últimos era possível assistir, simultaneamente, três navios : dois lateralmente (um de cada bordo) e um outro pela popa. Participou em várias manobras nacionais e da NATO.  Foi substituído pelo navio NRP Bérrio e retirado de serviço em 1990, sendo o maior navio da armada por muitos anos. Características técnicas Tipo:  Navio-Reabastecedor Deslocamento:  14200 toneladas Dimensões:  146 m comp.; 18,2 m boca; 8 m calado Propulsão:  1 grupo de turbinas a vapor de alta e baixa pressão de 9 500 s.h.p. - 1 veio = 17 nós Carga:  líquida - 9 400 metros cúbicos em 12 tanques sóli...

Bancos Emissores de Cédulas: Banco de Barcelos & Banco do Minho (1918-1925)

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O Banco de Barcelos foi fundado em 16 de Abril de 1875, com capitais exclusivamente barcelenses. Ficou sediado em Barcelos e os seus primeiros estatutos foram publicados em  17 de Maio de 1875. (1918-...) $05 Centavos (Banco de Barcellos) $05 Centavos (Banco de Barcellos) $05 Centavos (Banco de Barcellos) Os bancos regionais vigentes nesta época, tal como o Banco de Barcelos”  …funcionavam como caixas económicas, recolhendo economias que neles procuravam uma colocação remuneradora, sob a forma de depósitos”. $10 Centavos (Banco de Barcellos) $10 Centavos (Banco de Barcellos) $20 Centavos (Banco de Barcellos) $20 Centavos (Banco de Barcellos) O ‘Banco do Minho’, durante a sua vida de 64 anos, que chegou a ser dos bancos mais importantes do país, contribuiu para fomentar e desenvolver o comércio, a indústria e a região. O seu encerramento, por colapso financeiro, acarretou prejuízos cuja dimensão verdadeira continua por estudar. (1...

Cédulas do Município de Vouzela (1917-1925)

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A Primeira República (1910-1926), ficou marcada pela instabilidade política, social e também económica e financeira.  Com a implantação do novo regime, surgiram alterações monetárias, instituiu-se uma nova unidade e modificaram-se os títulos das moedas, o seu peso e liga, porém, tudo conjugado de forma a não alterar o seu valor real. Cédula: Vouzela  $01 Centavo (Câmara Municipal) Em tais circunstâncias, em que se sentia cada vez mais a necessidade de dinheiro miúdo, surgiu uma nova moeda de recurso, a cédula de papel, cuja emissão saiu do âmbito da Casa da Moeda e se espalhou por toda a parte, sob a responsabilidade de câmaras municipais, Misericórdias e outras entidades públicas, e mesmo particulares, ainda que, segundo Oliveira Marques, fosse ilegal a emissão de cédulas pelas câmaras municipais ou quaisquer outras instituições que não a Casa da Moeda.   Cédula: Vouzela  $04 Centavos (Câmara Municipal) Até 1924 tornaram-se comuns os editais da Câmaras Municipais a ...

⚓ Armada Portuguesa: Lanchas Fiscalização — Classe "Argos I" (1963-1975)

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Lanchas de Fiscalização A Classe “Argos I” integrou a frota de Lanchas de Fiscalização Grandes da Marinha Portuguesa, tendo desempenhado um papel relevante nas operações navais durante a Guerra do Ultramar. Concebidas inicialmente para o serviço no Extremo Oriente, acabariam por ser empregues intensivamente em teatros africanos. Peça de 40 mm avante 📜 História e Desenvolvimento As lanchas da Classe “Argos I” tiveram origem no Projeto de Lancha para Timor , desenvolvido em resposta a um requisito da Capitania do Porto de Díli , que pretendia uma embarcação capaz de assegurar a fiscalização e o controlo das águas territoriais do então Timor Português. Com o eclodir e agravamento da Guerra do Ultramar , nenhuma das unidades foi enviada para Timor. Em alternativa, todas foram destacadas para África, onde passaram a desempenhar missões de patrulhamento fluvial e costeiro, apoio a forças terrestres, escolta e presença naval. As unidades da classe foram co...

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