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A mostrar mensagens de março, 2020

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⚓ Armada Portuguesa: Navio-Patrulha Classe "Maio" (1955-1975)

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Navios-Patrulha A Classe Maio foi uma classe de navios-patrulha ao serviço da Marinha Portuguesa entre 1955 e 1975. Baseados num desenho norte-americano (identicas á Classe Príncipe ), estes navios foram encomendados ao abrigo do MDAP (Mutual Defense Assistance Program), destinando-se a missões de patrulhamento costeiro, vigilância marítima e luta anti-submarina. Navios-Patrulha Classe “Maio” 📜 História e Desenvolvimento O programa de construção da Classe Maio resultou da necessidade de reforçar a vigilância marítima portuguesa no pós-Segunda Guerra Mundial. Quatro navios foram construídos em França, nos estaleiros Dubigeon de Nantes , e quatro em Portugal, nos  Estaleiros do Arsenal do Alfeite , Estaleiros Navais do Mondego e de Viana do Castelo. Estes navios desempenharam um papel relevante operando sobretudo em águas dos Açores e da Madeira, assegurando presença naval, escolta costeira e controlo de áreas marítimas sensíveis. ...

Trilho Reserva Natural da Lagoa do Fogo

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Lagoa do Fogo a partir do Pico da Barrosa Situado a uma altitude de 875 metros sobre o nível do mar, o  Pico da Barrosa  permite uma vista esplendorosa não só para a Lagoa do Fogo mas … Pico da Barrosa  …para toda a zona central da Ilha de São Miguel, permitindo visualizar tanto a costa norte como a costa sul. A deslumbrante Lagoa do Fogo,  a segunda maior da Ilha,  que nasceu no interior da cratera do Vulcão do Fogo, é a mais jovem caldeira da ilha de São Miguel. O contraste das águas azuis da lagoa com o verde da vegetação endémica dos Açores, que pinta toda a caldeira do Vulcão do Fogo, é de uma beleza onírica. A Lagoa do Fogo pode ser apreciada através dos diversos miradouros existentes, já que esta encontra-se mais abaixo das montanhas. Miradouro da Lagoa do Fogo Observá-la do miradouro homónimo ou do altaneiro Miradouro do Pico da Barrosa é de deixar qualquer um boquiaberto. Mas, em minha opinião, a experiência não fica completa sem ir percorre...

Freguesia Pico da Pedra

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O povoamento da localidade ter-se-á iniciado, provavelmente, no século XVI, tendo em conta o que escreveu o Dr. Gaspar Frutuoso na “Saudades da Terra”. Embora este cronista não se refira ao povoamento propriamente dito, cita um tal João Roiz do Pico da Pedra, que viveu no século XVI e que aqui possuía terras, assim como a família Moniz, cujas terras aqui, também, se localizavam. Vista a partir do Miradouro da Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz Igreja Paroquial do Pico da Pedra Por um testamento de 1604, de Manuel Moniz, temos a notícia da construção da Ermida de Nossa Senhora dos Prazeres. Foi neste pequeno templo, curato desde 1735 que, até ao início do século XIX, se realizou todo o serviço religioso desta localidade. A Igreja Paroquial foi construída no início do século XIX. Nessa altura vivia no Pico da Pedra cerca de um milhar de pessoas. Senhora dos Prazeres, Padroeira da freguesia Os Alentejanos também passaram por aqui Na década de 20 inicia-se...

⚓ Armada Portuguesa: Draga-Minas Oceânico Classe "São Jorge" (1955-1974)

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Draga-Minas Oceânicos A Classe “São Jorge” integrou a frota de Draga-Minas Oceânicos da Marinha Portuguesa, tendo desempenhado um papel importante na guerra de minas, patrulhamento e presença naval no Atlântico, entre 1955 e 1974 . 📜 História e Desenvolvimento Os navios da Classe “São Jorge” eram originalmente draga-minas de frota da classe AM-478 , construídos nos Estados Unidos para a US Navy no início da Guerra Fria. Em 1955 , estas unidades foram reclassificadas como draga-minas oceânicos , passando a integrar a classe MSO-478 . Nesse mesmo ano, os quatro navios da classe foram cedidos a Portugal ao abrigo do Mutual Defense Assistance Program (MDAP) . Na Marinha Portuguesa, os navios receberam nomes de ilhas do Arquipélago dos Açores , reforçando a ligação estratégica de Portugal ao Atlântico e à defesa marítima da região. NRP São Jorge ...

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