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💵 O Caso Particular dos Açores: Emissões Insulanas Açorianas em Réis (1906-1932)

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Nos  Açores , a circulação de notas expressas em  réis  prolongou-se de forma excecional até  1932 , muito depois da adoção oficial do  Escudo  no continente português, em 1911. Esta situação singular resulta de fatores  económicos, geográficos e administrativos  que justificaram a manutenção de um sistema fiduciário regional durante mais de duas décadas. Este artigo analisa as principais  emissões insulanas açorianas em réis  entre  1906 e 1932 , período final da sobrevivência do real como unidade monetária nas ilhas. 🧾 Enquadramento histórico Após a implantação da República e a introdução do escudo, o Estado português optou por uma transição gradual nos Açores. A economia insular dependia fortemente de papel-moeda fiduciário local , emitido pelo Banco de Portugal – Agência dos Açores , sendo considerada arriscada uma substituição brusca do numerário. A escassez de moeda metálica, a...

💵 BNU: Inicio da "Pataca" de Macau "Emissão Simples" (1906-1926)

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No início do século XX, o Banco Nacional Ultramarino (BNU) consolidou o seu papel como emissor fiduciário no Extremo Oriente com a introdução da Pataca de Macau . A chamada Emissão Simples (1906–1926) marca o arranque formal de uma moeda própria para o território, num contexto económico profundamente influenciado pelo comércio regional e pela proximidade com a China. Banco Nacional Ultramarino – Início da Pataca de Macau Emissão Simples (1906–1926) 🐉 🧾 Contexto Histórico Até ao início do século XX, a circulação monetária em Macau era marcada por grande diversidade, incluindo moedas chinesas, mexicanas e outras divisas internacionais. A introdução da Pataca pelo BNU visou estabilizar o sistema monetário local e reforçar a autonomia financeira da administração portuguesa. A Emissão Simples , iniciada em 1906 , manteve-se em circulação — com reimpressões e novas datas — até 1948 , atravessando períodos críticos como a Primeira Guerra Mundial , a instabilidade r...

⚓ Classe "Ivens": As Lanchas-Canhoneiras das Campanhas de Moçambique (1894–1908)

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Lanchas-Canhoneiras As lanchas-canhoneiras "Ivens" e "Capello" foram construídas em Inglaterra, nos estaleiros Yarrow , para servir a Marinha Portuguesa nas campanhas militares em Moçambique durante o final do século XIX. Concebidas para operar em rios africanos, possuíam um reduzido calado que lhes permitia navegar em águas pouco profundas, desempenhando missões de patrulhamento, transporte de tropas e apoio às operações militares no interior do território. Lanchas-Canhoneiras Classe "Ivens" As lanchas da Classe "Ivens" foram desenvolvidas para responder às necessidades operacionais da Marinha Portuguesa em Moçambique, onde a navegação fluvial desempenhava um papel essencial na projeção da autoridade portuguesa. O seu pequeno porte e elevada manobrabilidade tornavam-nas particularmente eficazes em rios e lagoas. Lancha-Canhoneira "Ivens" (1894–1906) Lancha-Canhoneira "Ivens...

💵 O "Real" nos últimos anos do regime monárquico (1900-1910)

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🪙 O “Real” no Fim da Monarquia Portuguesa – Notas do Banco de Portugal emitidas entre 1900 e 1909 , nos últimos anos do regime monárquico. 🧾 Enquadramento Histórico Após a profunda crise financeira iniciada em 1891 , o sistema monetário português entrou numa fase de reorganização marcada pela suspensão da convertibilidade em ouro, inflação moderada e crescente desconfiança na moeda fiduciária. Durante este período, o Banco de Portugal reforçou a emissão de notas em Réis , procurando assegurar a circulação monetária num contexto de instabilidade política, social e económica que culminaria com a queda da Monarquia em 1910 . 💵 Emissões do Banco de Portugal (1900–1909) As notas emitidas neste período caracterizam-se por valores médios e elevados, refletindo a progressiva desvalorização do Real e a necessidade de instrumentos fiduciários adequados às transações de maior monta. Nota $500 Réis 💴 A nota...

⚓ Classe "Granada": Pequenas Embarcações com um Grande Papel em Moçambique (1891–1908)

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Lanchas-Canhoneiras As lanchas-canhoneiras "Granada" e "Obuz" foram pequenas embarcações militares construídas em Inglaterra no início da década de 1890 para serviço da Marinha Portuguesa em Moçambique. Destinadas a operar em rios, estuários e águas costeiras, estas unidades desempenharam missões de patrulhamento, fiscalização e apoio às autoridades coloniais, contribuindo para a presença portuguesa na África Oriental. Lanchas-Canhoneiras Classe "Granada" Construídas em Inglaterra, as lanchas-canhoneiras "Granada" e "Obuz" foram enviadas para Moçambique, onde operaram em missões de vigilância e apoio militar. A sua reduzida dimensão permitia navegar em águas pouco profundas, tornando-as particularmente úteis em operações fluviais. Lancha-Canhoneira "Granada" (1891-1908) Lancha-Canhoneira "Granada" (1891-1908) A "Granada" foi uma das primeiras lanchas-canhoneiras...

⚓ Classe "Sabre": As Pequenas Canhoneiras que Defenderam o Lago Niassa (1891-1898)

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Lanchas-Canhoneiras As lanchas-canhoneiras "Sabre" e "Carabina" foram pequenas embarcações militares construídas em aço e adquiridas em Inglaterra em 1891 para serviço no Lago Niassa. Estas unidades foram especialmente concebidas para operar em águas interiores, desempenhando missões de patrulhamento, fiscalização e apoio às autoridades portuguesas numa região estratégica da África Oriental Portuguesa. Lanchas-Canhoneiras Classe "Sabre" As lanchas-canhoneiras "Sabre" e "Carabina" foram construídas em Inglaterra e destinadas ao serviço no Lago Niassa, onde contribuíram para a afirmação da soberania portuguesa e para a manutenção da segurança da navegação naquela região. Lancha-Canhoneira "Sabre" (1891-1898) Lancha-Canhoneira "Sabre" A "Sabre" foi uma das duas lanchas-canhoneiras adquiridas para o serviço no Lago Niassa. A sua missão consistia em assegura...

⚓ Lanchas-Canhoneiras (Varias) da Marinha Portuguesa: Heróis dos Rios Africanos da década de 1890

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Lanchas-Canhoneiras Durante o final do século XIX, a Marinha Portuguesa reforçou significativamente a sua presença nas colónias africanas através da aquisição e construção de pequenas lanchas-canhoneiras especialmente concebidas para operar em rios, estuários e águas pouco profundas. Estas embarcações desempenharam um papel essencial nas campanhas militares de pacificação, na proteção das vias fluviais, no transporte de tropas e no apoio às administrações coloniais. Muitas destas unidades foram adquiridas no estrangeiro, sobretudo em Inglaterra, África do Sul e Zanzibar, enquanto outras foram construídas em Portugal, nomeadamente nos estaleiros Parry & Son, em Cacilhas. Apesar das suas dimensões reduzidas, revelaram-se fundamentais nas campanhas em Moçambique durante o período das Guerras de África. 📑 Índice ⛵  Lancha-Canhoneira Xefina ⛵  Lancha-Canhoneira Bacamarte ⛵  Lancha-Canhoneira Honório-Barreto ⛵  Lancha-Canhoneira Incomati ⛵  ...

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