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A mostrar mensagens de fevereiro, 2020

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💴 Cédulas do Município de Vila Nova de Cerveira (1917-1925)

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💸 A Primeira República Portuguesa (1910-1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. A escassez de moeda metálica levou muitas câmaras municipais a emitirem cédulas locais para facilitar os trocos e as pequenas transações do quotidiano. 💰 Cédulas Municipais – Vila Nova de Cerveira 🧾 Contexto Histórico Com a implantação da República, surgiram importantes alterações monetárias. Foi instituída uma nova unidade monetária e modificaram-se os títulos, peso e ligas metálicas das moedas, procurando manter o seu valor real. A falta de dinheiro miúdo levou ao aparecimento de uma nova moeda de recurso: a cédula de papel. Estas emissões espalharam-se pelo país sob a responsabilidade de câmaras municipais, misericórdias, hospitais e até entidades particulares. Apesar de muito utilizadas, várias destas emissões eram consi...

⚓ Armada Portuguesa: Draga-Minas Costeiros Classe "Ponta Delgada" (1953-1976)

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Draga-Minas Costeiros A Classe “Ponta Delgada” integrou a frota de Draga-Minas Costeiros da Marinha Portuguesa, tendo desempenhado um papel relevante na guerra de minas, patrulhamento e presença naval, sobretudo na região dos Açores, entre as décadas de 1950 e 1970. 📜 História e Desenvolvimento Os navios da Classe “Ponta Delgada” eram draga-minas costeiros de origem norte-americana, pertencentes à classe Adjutant (AMS) , construídos durante a Segunda Guerra Mundial para a Marinha dos Estados Unidos. No âmbito dos programas de cooperação e assistência militar do pós-guerra, estas unidades foram transferidas para a Marinha Portuguesa a partir de 1953 , reforçando significativamente a capacidade nacional de guerra de minas e vigilância costeira. Com o agravamento da Guerra do Ultramar a Marinha Portuguesa teve que dar prioridade aos meios para atuar nessa guerra, ficando sem tripulações disponíveis para os draga-minas, o que a...

✈️ O Fim de uma Era: Os Últimos Aviões da Aviação Naval Portuguesa (1950-1952)

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Aviação Naval Portuguesa Introdução No início da década de 1950, a Aviação Naval Portuguesa recebeu novas aeronaves através do programa norte-americano Mutual Assistance Pact (MAP), reforçando as suas capacidades operacionais numa fase decisiva da sua existência. Entre os modelos recebidos destacaram-se os Curtiss SB2C-5 Helldiver e os North-American SNJ-4 (T-6). Contudo, a criação da Força Aérea Portuguesa em 1952 determinaria a transferência destas aeronaves para o novo ramo das Forças Armadas, assinalando o fim da Aviação Naval enquanto força aérea da Marinha. 📑 Índice ✈️ Curtiss SB2C-5 Helldiver (1950-1952) ✈️ North-American SNJ-4 (T-6) (1950-1952) 🤔 Conclusão Curtiss SB2C-5 Helldiver (1950-1952) A Aviação Naval recebeu 24 aviões Curtiss SB2C-5 Helldiver fornecidos pelos Estados Unidos ao abrigo do Mutual Assistance Pact (MAP). Embora fossem originalmente bombardeiros embarcados, os aparelhos foram destinados em Portugal a missões de luta a...

⚓ Classe "Diogo Gomes": O Regresso das Fragatas à Armada Portuguesa (1948-1970)

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Fragatas As fragatas da Classe River foram construídas durante a Segunda Guerra Mundial, nos estaleiros Fleming & Ferguson, a partir de 1943, para servirem na Royal Navy como escoltas oceânicas anti-submarinos. Concebidas para proteger comboios no Atlântico, tornaram-se um dos modelos de escolta mais eficazes do conflito. Fragatas Classe "Diogo Gomes" em  1964 📜 História e Emprego Operacional Em 1948, a Marinha Portuguesa incorporou duas unidades da Classe River , mantendo a designação de fragata , o que marcou a reintrodução oficial deste termo na Armada desde o século XIX. Estas fragatas desempenharam missões de patrulhamento oceânico, escolta naval e presença marítima no Atlântico. Destacaram-se particularmente durante a Guerra do Ultramar, operando na Guiné Portuguesa em apoio às forças terrestres.    NRP Diogo Gomes ...

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