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💷 Rupias da Índia Portuguesa (1924–1958): Uma das Mais Belas Emissões do Banco Nacional Ultramarino

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02-10-21 🪙 A emissão de notas introduzida pelo Banco Nacional Ultramarino para a Índia Portuguesa em 1926 constituiu uma das mais belas e distintas séries de papel-moeda emitidas pelo banco para os territórios ultramarinos portugueses. Criada para substituir a anterior emissão iniciada em 1906, esta série destacou-se pela sua forte inspiração na cultura indiana e pela ausência da tradicional efígie de Francisco de Oliveira Chamiço. 🧾 Contexto Histórico Desde 1906 que a circulação fiduciária da Índia Portuguesa era assegurada pela primeira emissão de notas do Banco Nacional Ultramarino para o território. Ao longo dos anos foram sendo realizados vários reforços, mas o crescimento das necessidades monetárias e a evolução económica da colónia tornaram necessária a criação de uma nova série. Foi neste contexto que surgiu, em 1926, uma nova emissão destinada a modernizar a circulação monetária e a reforçar a disponibilidade de papel-moeda nas possessões portuguesas da Índia. ...

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💴 Cédulas do Município de Monforte (1917-1925)

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20-05-15 🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Monforte integrou este fenómeno através de emissões promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. 💰 Cédulas Fiduciárias de Monforte (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativas de âmbito local. Diante da necessidade de dinheiro miúdo, surgiu a c...

⚓ Fragatas – Classe “Talwar”

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Fragatas A  INS Tarkash (F50)  é a segunda unidade do  segundo lote  das fragatas furtivas da  Classe “Talwar” , operadas pela  Marinha da Índia . Baseada no projeto russo  Krivak III/IV (Projeto 11356) , a classe foi adaptada para atender os requisitos indianos, incorporando sistemas navais russos e indianos, além de armamentos modernos como os mísseis de cruzeiro  BrahMos .   INS Tarkash (F50) INS Tarkash (F50) – Fragata Classe Talwar O INS Tarkash destaca-se por sua assinatura radar reduzida, forte capacidade antissubmarino e antinavio, além de possuir sensores de longo alcance capazes de integrar operações complexas em mar aberto. É uma das plataformas mais versáteis e modernas da frota indiana. 📜   História e Construção O navio foi co...

⚓ Caça-Minas Costeiro – Classe "Arholma"

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Navios de Combate / Caça-Minas A Classe Arholma reúne caça-minas suecos desenvolvidos para operar no complexo ambiente do Mar Báltico, utilizando sistemas de detecção avançada e casco não magnético. Este post destaca o HMS Bremön (M55) , uma das unidades mais versáteis da série. 📜 História e Desenvolvimento Construída para substituir unidades mais antigas, a Classe Arholma prioriza baixo campo magnético, alta manobrabilidade e sensores específicos para neutralizar minas modernas e históricas no Báltico. A classe operou intensamente durante o período pós-Guerra Fria, apoiando vigilância, dragagem de minas e proteção de rotas marítimas críticas.   HMS Bremön (M55) O HMS Bremön foi projetado para localizar, identificar e neutralizar minas utilizando sonar, veículos subaquáticos e mergulhadores especializados. Serviu como uma das plataformas mais eficazes da classe. HMS Bremön (M55) Com casco de materiais não magnéticos e sensores de ...

Trilho Caminho de Água da Gorreana (TM05) - Trilho Chá Gorreana (PRC28 SMI)

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São Brás, confronta com o mar e com as freguesias de Porto Formoso e Maia. Esta freguesia esteve ligada às lutas entre absolutistas e liberais (1832-1834), conservando-se, ainda hoje, na Roca do Louro, uma gruta natural que serviu de esconderijo ao povo desta localidade durante as referidas lutas. Gaspar Frutuoso, nas suas “Saudades da Terra” (1586-1590), refere-nos o seguinte: “sai ao mar uma ponta chamada de São Brás, por estar ali em um alto outeiro uma ermida deste santo”. Igreja de São Brás A igreja paroquial desta freguesia, dedicada a São Brás, começou a ser edificada em 1886 num terreno doado pelo conde da Fonte Bela. Caracteriza-se pela sua arquitetura neogótica e pela sua posição geoestratégica localizada num lugar alto, de destaque em relação ao povoado. Trilho Chã da Gorreana Lagoa de São Brás Antes de chegarmos há Fábrica de Chá Gorreana podemos fazer um desvio e ir até há lagoa de São Brás para apreciar a sua beleza.  Encontra-se numa zona relativamente plana e p...

Vila Praia de Âncora

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Forte da Lagarteira Fortificação marítima abaluartada de pequenas dimensões, apresenta planta poligonal estrelada, formada por quatro baluartes lateriais e bateria ressaltada pelo lado do rio. Os seus muros, em cantaria de pedra, apresentam guaritas facetadas nos vértices. Praia de Vila Praia de Âncora A Praia de Vila Praia de Âncora localiza-se na frente urbana de mar de Vila Praia de Âncora e faz parte da foz do Rio Âncora pela margem Norte.  Apresenta um areal extenso. Parcialmente atravessada pelo último braço do rio e protegida pelo molhe a Norte oferece aos banhistas abrigo em dias mais ventosos.  Na zona Sul existe um passadiço elevado sobre o rio que providencia aos seus utentes passagem para a praia vizinha. Forte do Cão Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortins edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Alto Minho, vulnerável a um possível ataque da ...

Braga, a Roma Portuguesa: ⛪ Um Percurso Pelo Seu Centro Histórico

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Braga é uma cidade onde a fé, a história e a vida urbana se cruzam desde a época romana. Este passeio pelo centro histórico conduz-nos por largos emblemáticos, igrejas marcantes e vestígios medievais, revelando a alma da mais antiga cidade de Portugal. ⛪ Início no Coração Urbano ⛪ O percurso começa junto à elegante Basílica dos Congregados , situada numa das zonas mais movimentadas da cidade. Com a sua fachada barroca e interior harmonioso, este templo marca o encontro entre a espiritualidade e o quotidiano urbano. Basílica dos Congregados A poucos passos, encontra-se a Igreja dos Terceiros , ligada à Ordem Terceira de São Francisco. De linhas sóbrias, este espaço reflete a devoção e a presença franciscana na história religiosa de Braga. Igreja dos Terceiros 🏰 Vestígios Medievais de Braga 🏰 Seguindo em direção às origens defensivas da cidade, chega-se ao antigo Castelo de Braga . Embora hoje subsistam apenas ruínas, este local fo...

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