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Publicação em destaque

💴 Cédulas do Município de Nisa (1917-1925)

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18-08-15 🪙 A Primeira República (1910-1926) ficou marcada por grande instabilidade política, social e também económica e financeira. Com a implantação do novo regime ocorreram alterações monetárias importantes: instituiu-se uma nova unidade monetária e modificaram-se os títulos das moedas, bem como o seu peso e liga metálica, mantendo contudo o seu valor real. 💰 Cédulas Fiduciárias de Nisa (Primeira República) 🧾 Contexto Histórico Durante este período de profundas mudanças, a economia portuguesa enfrentou diversas dificuldades. A escassez de moeda metálica tornou cada vez mais difícil realizar pequenas transações do quotidiano, criando uma necessidade crescente de dinheiro miúdo para trocos. Foi neste contexto que surgiram as chamadas cédulas fiduciárias em papel. A sua emissão deixou de estar restrita à Casa da Moeda e passou a ocorrer um pouco por todo o país, sendo emitidas por câmaras municipais, misericórdias, instituições públicas e até por estabelecimento...

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💴 Cédulas do Município de Estremoz (1917-1925)

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18-08-13 🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à proliferação de emissões fiduciárias locais. O concelho de Estremoz integrou este fenómeno através da emissão de cédulas em papel promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Estremoz (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações no sistema monetário, com a criação de uma nova unidade e a modificação dos tipos, pesos e ligas das moedas, procurando manter inalterado o seu valor real. Contudo, a inflação crescente e a valorização dos metais conduziram ao desaparecimento progressivo da moeda metálica de circulação, sobretudo das moedas divisionárias indispensáveis às pequenas transações diárias...

⚓ Cruzador República (ex Rainha Dona Amélia): O Primeiro Cruzador em Aço Construído em Portugal (1901-1915)

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Cruzadores O cruzador "Rainha Dona Amélia", posteriormente denominado "República", foi uma das mais importantes unidades da Marinha Portuguesa no início do século XX, destacando-se pela sua construção inovadora e pelo papel desempenhado em diversos acontecimentos históricos da época. Construído no Arsenal de Lisboa, foi o primeiro navio em aço ali produzido, representando um importante marco na evolução da indústria naval portuguesa e na modernização da Armada. Ao longo da sua carreira participou em missões ultramarinas, visitas diplomáticas e acontecimentos relacionados com a Implantação da República, tornando-se um dos cruzadores mais conhecidos da sua geração. Cruzador "República" (1901-1915) O cruzador foi construído no Arsenal de Lisboa em 1901, tornando-se o primeiro navio em aço construído naquele importante estabelecimento naval português. ...

⚓ Classe "Sabre": As Pequenas Canhoneiras que Defenderam o Lago Niassa (1891-1898)

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Lanchas-Canhoneiras As lanchas-canhoneiras "Sabre" e "Carabina" foram pequenas embarcações militares construídas em aço e adquiridas em Inglaterra em 1891 para serviço no Lago Niassa. Estas unidades foram especialmente concebidas para operar em águas interiores, desempenhando missões de patrulhamento, fiscalização e apoio às autoridades portuguesas numa região estratégica da África Oriental Portuguesa. Lanchas-Canhoneiras Classe "Sabre" As lanchas-canhoneiras "Sabre" e "Carabina" foram construídas em Inglaterra e destinadas ao serviço no Lago Niassa, onde contribuíram para a afirmação da soberania portuguesa e para a manutenção da segurança da navegação naquela região. Lancha-Canhoneira "Sabre" (1891-1898) Lancha-Canhoneira "Sabre" A "Sabre" foi uma das duas lanchas-canhoneiras adquiridas para o serviço no Lago Niassa. A sua missão consistia em assegurar a...

⚓ Cruzador Almirante Reis "ex D. Carlos I" (1898-1925): O Navio que Assistiu ao Nascimento da República

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Cruzadores O cruzador "D. Carlos I", posteriormente denominado "Almirante Reis", foi uma das mais importantes e modernas unidades da Marinha Portuguesa no final do século XIX e início do século XX. Construído no Reino Unido e equipado com armamento de última geração para a época, representou o esforço português de modernização naval num período marcado pela rivalidade entre as grandes potências marítimas europeias. Além das suas capacidades militares, destacou-se por ter sido o primeiro navio da Marinha Portuguesa equipado com comunicações sem fios e por ter desempenhado um papel importante nos acontecimentos que conduziram à Implantação da República. Cruzador "Almirante Reis" (1899-1925) Este navio foi construído em Newcastle upon Tyne, nos estaleiros da Casa Armstrong, no Reino Unido, sendo lançado à água no dia 5 de maio de 1898. Após o lançamento, a futura guarnição portuguesa deslocou-se ...

💵 Emissão "Chamiço" da Guiné Portuguesa (1921–1959)

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🪙 As emissões “Chamiço” do Banco Nacional Ultramarino constituem uma das mais importantes séries de papel-moeda emitidas para a Guiné Portuguesa durante o período colonial português. Introduzidas na década de 1920, estas notas vieram substituir a antiga emissão "Vasco da Gama" , respondendo ao crescimento das necessidades monetárias e comerciais do território. 🧾 Contexto Histórico Após a implantação da República Portuguesa, o Banco Nacional Ultramarino iniciou um processo de renovação das emissões fiduciárias nas colónias portuguesas. Na Guiné Portuguesa, as notas da série "Vasco da Gama" encontravam-se já bastante desgastadas e insuficientes para responder às necessidades da economia local. Foi neste contexto que surgiu a série conhecida como “Chamiço” , produzida pela prestigiada firma inglesa Bradbury, Wilkinson & Co., responsável por diversas emissões coloniais portuguesas. A série recebeu esta designação por apresentar o retrato de Fran...

Trilho Caminho de Água da Gorreana (TM05) - Trilho Chá Gorreana (PRC28 SMI)

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São Brás, confronta com o mar e com as freguesias de Porto Formoso e Maia. Esta freguesia esteve ligada às lutas entre absolutistas e liberais (1832-1834), conservando-se, ainda hoje, na Roca do Louro, uma gruta natural que serviu de esconderijo ao povo desta localidade durante as referidas lutas. Gaspar Frutuoso, nas suas “Saudades da Terra” (1586-1590), refere-nos o seguinte: “sai ao mar uma ponta chamada de São Brás, por estar ali em um alto outeiro uma ermida deste santo”. Igreja de São Brás A igreja paroquial desta freguesia, dedicada a São Brás, começou a ser edificada em 1886 num terreno doado pelo conde da Fonte Bela. Caracteriza-se pela sua arquitetura neogótica e pela sua posição geoestratégica localizada num lugar alto, de destaque em relação ao povoado. Trilho Chã da Gorreana Lagoa de São Brás Antes de chegarmos há Fábrica de Chá Gorreana podemos fazer um desvio e ir até há lagoa de São Brás para apreciar a sua beleza.  Encontra-se numa zona relativamente plana e p...

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