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💵 Timor Pós-Guerra: As Cédulas que Marcaram o Regresso Português (1945-1960)

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18-02-22 💵 Após a saída das tropas japonesas e a consequente reocupação do território de Timor , tornou-se necessária uma rápida reorganização da circulação monetária. Uma das principais prioridades foi substituir o numerário utilizado durante o período de ocupação por moeda novamente associada à administração portuguesa. Foi neste contexto que, em 1946 , entrou em circulação uma nova cédula de 1 Pataca , produzida na Litografia Nacional do Porto . Esta emissão marcou o início de um período de transição monetária, durante o qual foram também utilizadas notas provenientes de antigas emissões macaenses e adaptadas à realidade de Timor. 📜 A Emissão da Reocupação A necessidade de restabelecer rapidamente a circulação monetária levou à utilização de diferentes soluções. Para além da nova cédula de 1 Pataca , foram colocadas em circulação notas de 100 Patacas provenientes de emissões anteriores de Macau, algumas das quais foram posteriormente utilizadas no território timore...

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⚓ Os Primeiros Torpedeiros da Marinha Portuguesa (1882-1923)

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Torpedeiros Torpedeiro Nº1 23-09-10 O Torpedeiro "Nº1" foi o primeiro torpedeiro de aço da Marinha Portuguesa, entregue em 9 de Julho de 1882 nos estaleiros ingleses Yarrow. Inicialmente chamado Espadarte , tinha como principal missão a defesa do porto de Lisboa e marcou o início da adoção do torpedo na Armada Portuguesa. Torpedeiro Nº1 (1882–1921) Em 1886 passou a chamar-se Torpedeiro nº1. Foi abatido em 28 de Março de 1915, mas voltou a ser armado no ano seguinte, mantendo-se ativo até 1921.   Torpedeiro Nº2 Os torpedeiros da Classe Nº2  foram construídos nos estaleiros Yarrow segundo projeto semelhante ao do Torpedeiro Nº1 . Formaram, juntamente com este, uma flotilha destinada à defesa do Porto de Lisboa e serviram durante a Primeira Guerra Mundial. Torpedeiro Nº2 (1886–1923)   Torpedeiro Nº3 Torpedeiro Nº3 O Torpedeiro  Nº3  entrou ao serviço em 1886, tendo participado em várias operaçõe...

💴 Cédulas do Município do Porto (1917-1925)

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🪙 A Primeira República (1910-1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. Com a implantação do novo regime, surgiram alterações monetárias: instituiu-se uma nova unidade e modificaram-se os títulos das moedas, o seu peso e liga, mantendo-se, contudo, o seu valor real. 💰 Cédulas Fiduciárias do Porto (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico Num contexto de escassez de moeda metálica e crescente necessidade de trocos, surgiram as cédulas fiduciárias , utilizadas como solução prática para pequenas transações do dia a dia. A emissão destas cédulas ultrapassou o controlo da Casa da Moeda, sendo realizada por empresas, cooperativas, câmaras municipais e outras entidades locais. Segundo Oliveira Marques, estas emissões eram, na sua maioria, consideradas ilegais quando não autorizadas ofici...

⚓ Classe "Delfim": Sob as Águas da Segunda Guerra Mundial (1934-1954)

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Submarinos Convencionais A Classe “Delfim” integrou a 2ª Esquadrilha de Submarinos da Marinha Portuguesa, composta pelos submarinos NRP Delfim, NRP Espadarte II e NRP Golfinho, construídos no Reino Unido nos estaleiros de Barrow e baseados na classe britânica Vickers-Armstrong . A encomenda realizou-se no âmbito do Programa Magalhães Correia da década de 1930. Classe "Delfim" - cidade da Horta  NRP Delfim (D) NRP Delfim (D) (1934–1953) O NRP Delfim foi incorporado na Marinha Portuguesa em 16 de dezembro de 1934. Visitou várias vezes os arquipélagos da Madeira e dos Açores e, a partir de 1940, passou a ter como base a Base Naval do Alfeite deixando assim a Doca de Belém. Participou em exercícios com submarinos da classe “Neptuno” em 1949 e 1950, sendo abatido ao efetivo em 29 de mai...

Trilho Caminho de Água da Gorreana (TM05) - Trilho Chá Gorreana (PRC28 SMI)

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São Brás, confronta com o mar e com as freguesias de Porto Formoso e Maia. Esta freguesia esteve ligada às lutas entre absolutistas e liberais (1832-1834), conservando-se, ainda hoje, na Roca do Louro, uma gruta natural que serviu de esconderijo ao povo desta localidade durante as referidas lutas. Gaspar Frutuoso, nas suas “Saudades da Terra” (1586-1590), refere-nos o seguinte: “sai ao mar uma ponta chamada de São Brás, por estar ali em um alto outeiro uma ermida deste santo”. Igreja de São Brás A igreja paroquial desta freguesia, dedicada a São Brás, começou a ser edificada em 1886 num terreno doado pelo conde da Fonte Bela. Caracteriza-se pela sua arquitetura neogótica e pela sua posição geoestratégica localizada num lugar alto, de destaque em relação ao povoado. Trilho Chã da Gorreana Lagoa de São Brás Antes de chegarmos há Fábrica de Chá Gorreana podemos fazer um desvio e ir até há lagoa de São Brás para apreciar a sua beleza.  Encontra-se numa zona relativamente plana e p...

Vila Praia de Âncora

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Forte da Lagarteira Fortificação marítima abaluartada de pequenas dimensões, apresenta planta poligonal estrelada, formada por quatro baluartes lateriais e bateria ressaltada pelo lado do rio. Os seus muros, em cantaria de pedra, apresentam guaritas facetadas nos vértices. Praia de Vila Praia de Âncora A Praia de Vila Praia de Âncora localiza-se na frente urbana de mar de Vila Praia de Âncora e faz parte da foz do Rio Âncora pela margem Norte.  Apresenta um areal extenso. Parcialmente atravessada pelo último braço do rio e protegida pelo molhe a Norte oferece aos banhistas abrigo em dias mais ventosos.  Na zona Sul existe um passadiço elevado sobre o rio que providencia aos seus utentes passagem para a praia vizinha. Forte do Cão Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortins edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Alto Minho, vulnerável a um possível ataque da ...

Braga, a Roma Portuguesa: ⛪ Um Percurso Pelo Seu Centro Histórico

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Braga é uma cidade onde a fé, a história e a vida urbana se cruzam desde a época romana. Este passeio pelo centro histórico conduz-nos por largos emblemáticos, igrejas marcantes e vestígios medievais, revelando a alma da mais antiga cidade de Portugal. ⛪ Início no Coração Urbano ⛪ O percurso começa junto à elegante Basílica dos Congregados , situada numa das zonas mais movimentadas da cidade. Com a sua fachada barroca e interior harmonioso, este templo marca o encontro entre a espiritualidade e o quotidiano urbano. Basílica dos Congregados A poucos passos, encontra-se a Igreja dos Terceiros , ligada à Ordem Terceira de São Francisco. De linhas sóbrias, este espaço reflete a devoção e a presença franciscana na história religiosa de Braga. Igreja dos Terceiros 🏰 Vestígios Medievais de Braga 🏰 Seguindo em direção às origens defensivas da cidade, chega-se ao antigo Castelo de Braga . Embora hoje subsistam apenas ruínas, este local fo...

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