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Publicação em destaque

💵 Notas de Macau, Dinheiro de Timor (1920-1960)

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18-05-21 💸 As notas e cédulas emitidas para circulação no Timor Português durante as décadas de 1920 e 1940 constituem um dos capítulos mais interessantes da numismática colonial portuguesa. Face às dificuldades monetárias do território, foram utilizadas emissões originalmente destinadas a Macau, adaptadas através da aplicação das sobrecargas «PAGÁVEL EM DILLY-TIMOR» e «PAGÁVEL EM TIMOR» . 🧾 Contexto Histórico Ao longo da primeira metade do século XX, Timor enfrentou frequentes dificuldades no abastecimento de moeda e papel-moeda. A distância da metrópole e os reduzidos meios de produção monetária disponíveis no território obrigaram a administração colonial a procurar soluções rápidas para garantir a circulação fiduciária. Uma dessas soluções consistiu na adaptação de notas e cédulas impressas para Macau, às quais foram aplicadas sobrecargas específicas para utilização em Timor. Estas emissões tiveram um papel fundamental no funcionamento da economia local durante ...

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💵 Timor Pós-Guerra: As Cédulas que Marcaram o Regresso Português (1945-1960)

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18-02-22 💵 Após a saída das tropas japonesas e a consequente reocupação do território de Timor , tornou-se necessária uma rápida reorganização da circulação monetária. Uma das principais prioridades foi substituir o numerário utilizado durante o período de ocupação por moeda novamente associada à administração portuguesa. Foi neste contexto que, em 1946 , entrou em circulação uma nova cédula de 1 Pataca , produzida na Litografia Nacional do Porto . Esta emissão marcou o início de um período de transição monetária, durante o qual foram também utilizadas notas provenientes de antigas emissões macaenses e adaptadas à realidade de Timor. 📜 A Emissão da Reocupação A necessidade de restabelecer rapidamente a circulação monetária levou à utilização de diferentes soluções. Para além da nova cédula de 1 Pataca , foram colocadas em circulação notas de 100 Patacas provenientes de emissões anteriores de Macau, algumas das quais foram posteriormente utilizadas no território timore...

💵 São Tomé e Príncipe: As Notas que Celebraram D. Afonso V (1947-1975)

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💵 O território de São Tomé e Príncipe foi um dos últimos, juntamente com Cabo Verde, a substituir a antiga emissão Chamiço que circulava no arquipélago. A mudança ocorreu em 1946 , com a introdução de uma nova série de cédulas dedicada a D. Afonso V . A escolha do monarca estava diretamente ligada à história do arquipélago, uma vez que foi durante o seu reinado que ocorreu a descoberta das ilhas de São Tomé e Príncipe. Esta emissão marcou uma importante renovação da circulação monetária do território, apresentando diferentes valores e combinações cromáticas que acompanharam São Tomé e Príncipe durante várias décadas. 💵 20 Escudos 20$00 Escudos 🎨 Características A nota de 20 Escudos apresentava uma composição dominada por tons de castanho-claro , combinados com um fundo multicolorido. Na frente predominavam os tons de amarelo , enquanto o verso combin...

⚓ Homens de Ferro em Navios de Madeira”: A História da Classe “São Roque (1956-1997)

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Draga-Minas Costeiros A Classe “São Roque” integrou a frota de Draga-Minas Costeiros da Marinha Portuguesa, desempenhando um papel essencial nas missões de guerra de minas, patrulhamento e segurança marítima ao longo de mais de quatro décadas de serviço ativo. Draga-Minas Costeiros Classe “São Roque” 📜 História e Desenvolvimento Os draga-minas da Classe “São Roque” foram construídos em meados da década de 1950, nos estaleiros da CUF, em Portugal, segundo os planos da classe Ton britânica.   No contexto da reorganização e modernização da Marinha Portuguesa no pós-Segunda Guerra Mundial, estas unidades destinavam-se sobretudo à guerra de minas costeira , sendo igualmente empregues em missões de patrulhamento, instrução e presença naval. Ao longo da sua carreira, operaram tanto em águas metropolitanas como ultramarinas. A classe foi composta po...

Trilho Caminho de Água da Gorreana (TM05) - Trilho Chá Gorreana (PRC28 SMI)

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São Brás, confronta com o mar e com as freguesias de Porto Formoso e Maia. Esta freguesia esteve ligada às lutas entre absolutistas e liberais (1832-1834), conservando-se, ainda hoje, na Roca do Louro, uma gruta natural que serviu de esconderijo ao povo desta localidade durante as referidas lutas. Gaspar Frutuoso, nas suas “Saudades da Terra” (1586-1590), refere-nos o seguinte: “sai ao mar uma ponta chamada de São Brás, por estar ali em um alto outeiro uma ermida deste santo”. Igreja de São Brás A igreja paroquial desta freguesia, dedicada a São Brás, começou a ser edificada em 1886 num terreno doado pelo conde da Fonte Bela. Caracteriza-se pela sua arquitetura neogótica e pela sua posição geoestratégica localizada num lugar alto, de destaque em relação ao povoado. Trilho Chã da Gorreana Lagoa de São Brás Antes de chegarmos há Fábrica de Chá Gorreana podemos fazer um desvio e ir até há lagoa de São Brás para apreciar a sua beleza.  Encontra-se numa zona relativamente plana e p...

Vila Praia de Âncora

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Forte da Lagarteira Fortificação marítima abaluartada de pequenas dimensões, apresenta planta poligonal estrelada, formada por quatro baluartes lateriais e bateria ressaltada pelo lado do rio. Os seus muros, em cantaria de pedra, apresentam guaritas facetadas nos vértices. Praia de Vila Praia de Âncora A Praia de Vila Praia de Âncora localiza-se na frente urbana de mar de Vila Praia de Âncora e faz parte da foz do Rio Âncora pela margem Norte.  Apresenta um areal extenso. Parcialmente atravessada pelo último braço do rio e protegida pelo molhe a Norte oferece aos banhistas abrigo em dias mais ventosos.  Na zona Sul existe um passadiço elevado sobre o rio que providencia aos seus utentes passagem para a praia vizinha. Forte do Cão Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortins edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Alto Minho, vulnerável a um possível ataque da ...

Braga, a Roma Portuguesa: ⛪ Um Percurso Pelo Seu Centro Histórico

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Braga é uma cidade onde a fé, a história e a vida urbana se cruzam desde a época romana. Este passeio pelo centro histórico conduz-nos por largos emblemáticos, igrejas marcantes e vestígios medievais, revelando a alma da mais antiga cidade de Portugal. ⛪ Início no Coração Urbano ⛪ O percurso começa junto à elegante Basílica dos Congregados , situada numa das zonas mais movimentadas da cidade. Com a sua fachada barroca e interior harmonioso, este templo marca o encontro entre a espiritualidade e o quotidiano urbano. Basílica dos Congregados A poucos passos, encontra-se a Igreja dos Terceiros , ligada à Ordem Terceira de São Francisco. De linhas sóbrias, este espaço reflete a devoção e a presença franciscana na história religiosa de Braga. Igreja dos Terceiros 🏰 Vestígios Medievais de Braga 🏰 Seguindo em direção às origens defensivas da cidade, chega-se ao antigo Castelo de Braga . Embora hoje subsistam apenas ruínas, este local fo...

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