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A mostrar mensagens de outubro, 2016

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💴 Cédulas do Município de São Pedro do Sul (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em São Pedro do Sul, tanto entidades particulares como comerciantes recorreram à emissão de pequenos valores em papel para facilitar as transações diárias. 💰 Cédulas Fiduciárias de São Pedro do Sul (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetária...

🌊 Caravelas-portuguesas e Águas-vivas – A Beleza e o Perigo no Atlântico

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Ao amanhecer, o mar parece tranquilo. A luz reflete-se como vidro sobre as ondas suaves, e de repente surge algo a boiar — uma pequena forma azul-violeta, translúcida, como uma vela de cristal. É a caravela-portuguesa ( Physalia physalis ), uma das criaturas mais fascinantes e perigosas do oceano Atlântico. Nas costas de Portugal e nos Açores, a sua presença desperta curiosidade e respeito. Belas à vista, mas armadas com um veneno doloroso, as caravelas-portuguesas lembram-nos que o mar é, acima de tudo, território selvagem. Caravela-portuguesa (physalia physalis) Apesar de muitas vezes chamadas “águas-vivas”, as caravelas-portuguesas não são medusas verdadeiras. Pertencem a um grupo especial de cnidários chamados  sifonóforos  — colónias flutuantes compostas por múltiplos organismos (pólipos) que trabalham em conjunto, como partes de um mesmo corpo. Cada caravela é uma comunidade viva: um dos pólipos cria a flutuante “vela”, outros caçam, outros digerem o alimento, e ou...

💴 Cédulas do Município de Santo Tirso (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. Em Santo Tirso, a Câmara Municipal emitiu pequenas cédulas em papel para suprir a falta de numerário de baixo valor nas transações quotidianas. 💰 Cédulas Fiduciárias de Santo Tirso (Primeira República) 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e modificações nos títulos, peso e liga das moedas, procurando manter o seu valor real. Neste contexto, a escassez de moeda metálica divisionária tornou-se particularmente sentida, dificultando as pequenas transações diárias e incentivando soluções monetárias alternativ...

Armada Portuguesa: Aviação Naval da década de 1920

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O começo da década marca o primeiro ciclo de crescimento das componentes aéreas (navais e terrestres) caracterizado pelo reequipamento com aeronaves essencialmente de origem francesa, excedentárias da Grande Guerra. Portugal inicia também o investimento na construção sob licença de aeronaves destinadas à instrução no Parque de Material Aeronautico. É também nesta década que os portugueses realizam várias viagens aéreas pioneiras, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da aeronautica. Hidroaviões  Felixstowe F-3 (1920-1922) Os dois Felixtowe F-3 que a Aviação Naval (AN) recebeu em 1920, tinham servido na Royal Air Force (RAF) durante a Primeira Guerra Mundial.  Foram as primeiras aeronaves da AN a possuir equipamento de radiocomunicações (TSF). Felixstowe F-3 Estando Sacadura Cabral e Gago Coutinho muito entusiasmados com os métodos de navegação aérea da autoria deste último, que lhes abria a possibilidade de realizar voos trans-oceânicos, iniciaram no dia 23 de Març...

Armada Portuguesa: Lancha-Canhoneira "Tete III" (1920-1971)

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NRP Tete III (P371) Construida por Yarrow & Co. em 1918, foi novamente lançada à água no Chinde em 1920. Serviu no Rio Zambeze até 1971. Características técnicas Tipo:  Lancha-Canhoneira Deslocamento:  100 toneladas Dimensões:  22 m comp.; 6,10 m boca; 0,70 m calado Armamento:  2 peças de 47 mm; 2 metralhadoras Propulsão:  1 maquina de 70 h.p 1 roda de pás a ré = 8 nós  Guarnição:  6 marinheiros

⚓ Navios Oceanográficos – Classe "Echo"

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Navios Oceanográficos O  HMS Scott (H131)  é um navio oceanográfico de pesquisa da  Royal Navy , projetado para mapear o fundo do mar, estudar a estrutura oceânica e coletar dados hidrográficos de alta precisão. É a única unidade de sua classe, o que o torna uma plataforma estratégica para missões científicas e militares de longo alcance.   HMS Scott (H131) HMS Scott (H131) – Navio Oceanográfico da Royal Navy 📜  História e Construção O HMS Scott foi encomendado em 1995 para substituir o antigo navio de pesquisa HMS Hecla . Ele foi construído nos estaleiros Appledore (BAeSEMA) e lançado em outubro de 1996. Entrou ao serviço em junho de 1997, o Scott tornou-se o maior navio de levantamento oceânico da Marinha britânica. Graças a um sistema de rotação de tripulação, o navio pod...

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