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A mostrar mensagens de abril, 2010

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⚓ Corvetas Portuguesas: As Sentinelas do Império da década de 1860

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Introdução As corvetas portuguesas da segunda metade do século XIX representaram a evolução tecnológica da Marinha Portuguesa numa época de transição entre a navegação à vela e a introdução da propulsão a vapor. Estas embarcações desempenharam missões de soberania, patrulhamento colonial, transporte militar e instrução naval em várias regiões do império português. 📑 Índice ⛵ Corveta Damão ⛵ Corveta Sá de Bandeira ⛵ Classe Infante D. João ⛵ Corveta Duque da Terceira ⛵ Corveta Infante D. Henrique Corveta "Damão" (1861-1871) Foi construída em Damão por João Vito Moreira e lançada à água em Fevereiro de 1861. Armou várias vezes como transporte e era considerada uma embarcação bonita e de boa construção, embora fosse um veleiro medíocre. Corveta "Damão" Em Janeiro de 1865 largou de Goa para Lisboa, navegando nas águas de Angola e S. Tomé. Desempenhou igualmente missão em Ajudá e di...

⚓ Vela ou Vapor? A Revolução das Corvetas na Marinha Portuguesa da década de 1850

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Introdução As corvetas portuguesas do século XIX marcaram a transição entre a era da vela e o advento da propulsão a vapor. Estas embarcações desempenharam missões de soberania, transporte militar, diplomacia e patrulhamento naval em vários pontos do império ultramarino português, desde Angola até Timor. 📑 Índice ⛵ Corveta Goa ⛵ Corveta Sagres I ⛵ Corveta Bartolomeu Dias ⛵ Corveta D. Estephania Corveta "Goa" (1851-1873) Foi construída no estaleiro de Malim, em Goa. O navio era todo de teca e feito pelo risco da corveta "Elisa", embora se dissesse que, afinal, com ela nada se parecia. Foi lançada à água em 4 de Janeiro de 1851, na presença do Governador José Ferreira Pestana. Corveta "Goa" Em 1852, a corveta foi aprontada para seguir viagem rumo a Lisboa com escala por Moçambique, Moçâmedes, Luanda e Faial. Desempenhou várias comissões ao norte e sul da costa de Angola, transportando ...

⚓ Canhoneiras Portuguesas — A Vigilância dos Mares da década de 1850

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Introdução As canhoneiras foram navios de guerra de pequeno e médio porte utilizados pela Marinha Portuguesa sobretudo durante o século XIX. Destinavam-se a missões de patrulhamento, fiscalização costeira, repressão da escravatura e presença naval no ultramar. Algumas destas embarcações marcaram a transição entre a navegação à vela e a propulsão a vapor. 📑 Índice ⛵ Classe "Argos" ⛵ Barão de Lazarim ⛵ D. Maria Anna Canhoneiras Classe "Argos" Vapores de hélices construídos em Inglaterra em 1852. Foram os dois primeiros vapores de hélices construídos para a Marinha Portuguesa. Desempenharam missões de fiscalização aduaneira ao longo da costa portuguesa. Canhoneira "Argos" (1852-1877) Em 1877 o "Argos" foi mandado passar ao estado de...

⚓ Corvetas Portuguesas: Navegando pelos Mares do Império (1821-1858)

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Introdução As corvetas desempenharam um papel importante na Armada Portuguesa durante o século XIX. Construídas para missões de escolta, patrulhamento, transporte de autoridades e cruzeiros ultramarinos, estas embarcações navegaram pelos mares de África, Brasil, Índia, Macau e Açores, participando em bloqueios, missões diplomáticas, combate à pirataria e repressão ao tráfico negreiro. 📑 Índice ⛵ Corveta "Urânia" ⛵ Corveta "D. João I" ⛵ Oito de Julho" ⛵ Corveta "Porto" Corveta "Urânia" (1821-1852) A corveta "Urânia" foi construída na Baía em 1821, por Manuel Costa. Em 1823 passou a chamar-se "Urânia", tendo sido antes "Dez de Fevereiro". A corveta andava de bolina e era bom navio de barlavento; com vento e mar atirava bastante de popa à proa; e à popa era de pouco andar. ...

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