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A mostrar mensagens de junho, 2010

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⚓ Gigantes do Apoio: Os Navios-Transporte e Auxiliares da Armada Portuguesa (1874-1934)

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Introdução Os navios-transporte e auxiliares da Armada Portuguesa desempenharam um papel fundamental no apoio às estações navais ultramarinas durante o final do século XIX e início do século XX. Estas embarcações asseguravam o transporte de tropas, material militar, carvão, mantimentos e apoio logístico às possessões portuguesas espalhadas pelo mundo. Muitos destes navios foram construídos em Inglaterra e incorporados na Armada Portuguesa para servir em Angola, Moçambique, Índia, Macau, Timor e outras colónias ultramarinas, numa época marcada pela transição tecnológica da vela para o vapor. 📑 Índice ⛵ Navio-Transporte "Índia" ⛵ Navio-Transporte "Africa" ⛵ Navio-Transporte "Príncipe D. Carlos" ⛵ Navio-Hospital "Cabinda" ⛵ Navio-Transporte "Pêro de Alenquer" ⛵ Navio-Transporte "Salvador Correia" Navio-Transporte "Índia" (1874-1910) ...

⚓ Vela e Vapor: As Canhoneiras da década de 1870 que Mudaram a Marinha Portuguesa

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Introdução As canhoneiras portuguesas da segunda metade do século XIX desempenharam um papel fundamental na manutenção da soberania marítima e na fiscalização das possessões ultramarinas portuguesas. Estas embarcações serviram em missões coloniais, patrulhamento costeiro, apoio militar e fiscalização aduaneira em várias regiões do império português. Muitas destas canhoneiras combinavam ainda vela e vapor, representando a transição tecnológica da Marinha Portuguesa entre os navios tradicionais de madeira e as modernas embarcações metálicas movidas a vapor. 📑 Índice ⛵ Classe "Rio Lima" ⛵ Canhoneira "Faro" ⛵ Canhoneira "Tavira" ⛵ Canhoneira "Lagos" ⛵ Canhoneira "Guadiana" ⛵ Classe "Bengo" Canhoneiras Classe "Rio Lima" As canhoneiras desta classe foram construídas para serviço colonial e de presença naval nas possessões ultramarinas po...

⚓ Classe Rio Minho: As Lanchas-Canhoneiras Fluviais do Império Português (1864-1877)

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Canhoneiras Coloniais As pequenas Lanchas-Canhoneiras “Rio Minho” e “Rio Guadiana” foram embarcações fluviais e costeiras da Marinha Portuguesa utilizadas em missões de patrulhamento e presença naval no Ultramar Português durante o século XIX. 📜 História e Serviço Operacional Estas pequenas canhoneiras de madeira foram construídas em Lisboa para operar nas possessões ultramarinas portuguesas, desempenhando missões de patrulhamento, presença naval e apoio às autoridades coloniais. Apesar das suas reduzidas dimensões, mostraram-se adequadas para navegação costeira e fluvial em África, especialmente em Angola e Cabo Verde. Rio Minho I A Lancha-Canhoneira Rio Minho I foi lançada à água em Lisboa em 21 de Agosto de 1864. Lancha-Canhoneira Rio Minho I (1864-1877) Prestou serviço em Cabo Verde e Angola, operando em missões de presença naval, fiscalização marítima e apoio às autoridades coloniais portuguesas. Em 1877 desarmou em Luanda, terminando ...

⚓ Pequenas e Poderosas: Canhoneiras da década de 1860

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Introdução As canhoneiras portuguesas da segunda metade do século XIX desempenharam um importante papel na defesa dos interesses marítimos e coloniais portugueses. Estas embarcações operaram em territórios ultramarinos como Angola, Guiné, Moçambique, Macau e Timor, assegurando missões de soberania, patrulhamento, escolta e transporte. 📑 Índice ⛵  Canhoneira Camões ⛵  Classe Zarco Canhoneira "Camões" (1865-1876) Canhoneira de madeira da província de Macau que foi mandada construir em 1864. Era uma escuna de vapor que, em 1874, passou ao serviço da Armada como canhoneira. Canhoneira "Camões" Prestou serviço em Macau e na China, desempenhando missões de presença naval e patrulhamento marítimo. Em 1876 foi mandada passar ao estado de desarmamento, sendo vendida no mesmo ano. 📐 Características Técnicas – Canhonei...

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