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A mostrar mensagens de fevereiro, 2021

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🦋 Superfamília Papilionoidea – As Mensageiras do Vento

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A Superfamília Papilionoidea reúne as verdadeiras borboletas diurnas , conhecidas pelo seu voo elegante e pelas asas coloridas que embelezam jardins e campos. São insetos que despertam fascínio e simbolizam a metamorfose e a renovação da vida , ao passarem por um ciclo completo de transformação: de ovo a lagarta, de pupa a adulto alado. Entre as suas muitas representantes, duas destacam-se pela sua beleza e importância ecológica: a Almirante Vermelho Europeu ( Vanessa atalanta ) , uma viajante das flores temperadas, e a Borboleta-branca-dos-Açores ( Pieris brassicae azorensis ) , uma subespécie adaptada ao clima das ilhas atlânticas. 🧬  Classificação Científica Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Lepidoptera Superfamília: Papilionoidea Espécies em foco: Vanessa atalanta e Pieris brassicae azorensis Vanessa atalanta – A Almirante Vermelho Europeu A Almirante Vermelho é uma das borboletas mais icónicas da Europa. Co...

💴 BNU: Cédulas "Emissão Lisboa" para as Colónias de Angola e S. Tomé (1918-1929)

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💸 As cédulas de Loanda e de São Tomé constituem interessantes exemplos do dinheiro de necessidade utilizado nas então colónias portuguesas durante os períodos de escassez monetária das primeiras décadas do século XX. 💰 Cédulas de Loanda e São Tomé (1918-1929) 🌍 Escassez Monetária nas Colónias Portuguesas Tal como aconteceu em Portugal continental durante a Primeira República, também nas colónias portuguesas se verificaram dificuldades na circulação de moeda metálica de pequeno valor. Para facilitar as pequenas transações comerciais e suprir a falta de trocos, foram emitidas diversas cédulas de reduzido valor facial, que circularam localmente durante vários anos. 💴 Cédulas de Loanda 🏛️ Angola Portuguesa (1918-1929) $05 Centavos (Loanda) (1918-1929) $20 Centavos (Loanda) 💴 Cédulas de São Tomé 🏝️ São Tomé e Príncipe (1918-1929) $05 Centavos (São Tomé)...

⚓ Classe "Júpiter": As Lanchas Portuguesas que Vigiaram o Coração de África (1965-1975)

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Lanchas de Fiscalização Esta série de Lanchas de Fiscalização Pequenas foi construída nos Estaleiros Navais do Mondego , na Figueira da Foz . Batizadas com nomes de planetas , estas embarcações serviram sobretudo no teatro africano durante a Guerra do Ultramar. Lancha de Fiscalização Classe "Júpiter" A maioria das unidades foi destacada para o Lago Niassa , em Moçambique, onde desempenharam um papel essencial em missões de patrulhamento e apoio às forças terrestres. 📜 História e Emprego Operacional As lanchas desta série foram transportadas para o interior de África através de complexas operações logísticas, recorrendo a transporte ferroviário e rodoviário desde os portos do Índico até ao Lago Niassa. Baseadas em Metangula , integraram a Esquadrilha de Lanchas do Niassa, operando em missões de vigilância, transporte e apoio aos fuzileiros navais. Durante o conflito, participaram em ações contra forças da FRELIMO e em operações conjuntas com o Exército,...

⚓ Lanchas Classe Alfange: Os “Cavalos de Carga” da Marinha Portuguesa (1965 - 1975)

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Lanchas de Desembarque Os navios desta classe foram construídos nos Estaleiros Navais do Mondego ( Figueira da Foz ), com um projeto baseado na Classe LCT-4 de origem britânica. Pelo seu deslocamento superior a 400 toneladas, foram classificados pela Marinha Portuguesa como Lanchas de Desembarque Grandes (LDG) . Lanchas de Desembarque Classe "Alfange" 📜 História e Emprego Operacional Estas lanchas foram utilizadas na Guerra do Ultramar em missões de reabastecimento logístico, transporte de tropas e operações anfíbias, sobretudo em apoio dos Fuzileiros. Foram empregues nos teatros de operações de Angola e da Guiné-Portuguesa, onde desempenharam um papel essencial na mobilidade das forças.    NRP Alfange NRP Alfange (LDG 101) Entrou ao serviço em 1965 e foi batizada com o nome de uma arma medieval (o alfange).  Desempenhou um papel vital n...

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