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A mostrar mensagens de janeiro, 2019

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Pelas estradas de Montemor-o-Novo: 🗿 Um encontro com a pré-história e a fé

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Um passeio de carro pelo município de Montemor-o-Novo é uma verdadeira viagem no tempo, onde a paisagem alentejana se cruza com alguns dos mais importantes testemunhos do megalitismo em Portugal . Entre antas, menires, chafarizes históricos e a cidade muralhada, este território revela milhares de anos de ocupação humana. 📜 História curta O concelho de Montemor-o-Novo é um dos mais ricos do país em vestígios pré-históricos , com dezenas de antas e menires espalhados pela planície. A ocupação humana prolonga-se desde o Neolítico , passando pela época romana, islâmica e medieval, até à consolidação da vila e do seu castelo como centro político e administrativo do Alentejo Central. Azulejos verdes tipo (Viúva de Lamego) 🏡 Ciborro Iniciamos o nosso passeio por Ciborro , uma aldeia tranquila, com paisagens agrícolas...

💴 Cédulas do Município de Torre de Moncorvo (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República (1910–1926), Portugal atravessou um período de grande instabilidade política, social e económica, o que teve forte impacto no sistema monetário. 💰  Cédulas Fiduciárias de  Torre de Moncorvo  (Primeira República) 🧾 Enquadramento Com a implantação da República, foram introduzidas alterações no sistema monetário, incluindo nova unidade, modificações no peso e na liga das moedas, mas mantendo o seu valor real. Apesar dessas mudanças, a escassez de moeda metálica agravou-se, criando dificuldades no uso de dinheiro miúdo para trocos e pequenas transações. Neste contexto, surgiu a cédula de papel como solução de emergência, sendo emitida não só pela Casa da Moeda, mas também por câmaras municipais, Misericórdias e até entidades privadas. Segundo alguns autores, estas emissões eram consideradas ilegais quando realizadas fora da Casa da Moeda, mas tornaram-se prática comum devido à necessidade. 🗺️ Cédulas do Conce...

⚓ A Última Resistência em Goa: A História dos Avisos Afonso de Albuquerque (1935-1969)

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Avisos Os avisos da Classe Afonso de Albuquerque foram construídos em Inglaterra, pelos estaleiros Hawthorne Leslie, em Newcastle. Estes navios de primeira classe estavam especialmente vocacionados para apoio a operações de desembarque anfíbio e suporte a forças em operações em terra. Avisos Classe Afonso de Albuquerque 📜 História e Emprego Operacional Com o objetivo de renovar a marinha e fornecer novos navios para patrulhar o império português, que incluía Angola, Moçambique e a Guiné-Portuguesa em África, bem como os enclaves de Goa, Damão, Diu e Timor na Índia e Macau na China, Lisboa encomendou um lote de quatro avisos, dois de primeira classe e dois de segunda classe, ao estaleiro britânico Hawthorn Leslie, em Tyne. Os navios de segunda classe "Gonçalo Velho"  – eram embarcações de 1.400 toneladas equipadas com três peças de 4...

⚓ Classe "Delfim": Sob as Águas da Segunda Guerra Mundial (1934-1954)

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Submarinos Convencionais A Classe “Delfim” integrou a 2ª Esquadrilha de Submarinos da Marinha Portuguesa, composta pelos submarinos NRP Delfim, NRP Espadarte II e NRP Golfinho, construídos no Reino Unido nos estaleiros de Barrow e baseados na classe britânica Vickers-Armstrong . A encomenda realizou-se no âmbito do Programa Magalhães Correia da década de 1930. Classe "Delfim" - cidade da Horta  NRP Delfim (D) NRP Delfim (D) (1934–1953) O NRP Delfim foi incorporado na Marinha Portuguesa em 16 de dezembro de 1934. Visitou várias vezes os arquipélagos da Madeira e dos Açores e, a partir de 1940, passou a ter como base a Base Naval do Alfeite deixando assim a Doca de Belém. Participou em exercícios com submarinos da classe “Neptuno” em 1949 e 1950, sendo abatido ao efetivo em 29 de mai...

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