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⚓ Corvetas Portuguesas: As Sentinelas do Império da década de 1860

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Introdução As corvetas portuguesas da segunda metade do século XIX representaram a evolução tecnológica da Marinha Portuguesa numa época de transição entre a navegação à vela e a introdução da propulsão a vapor. Estas embarcações desempenharam missões de soberania, patrulhamento colonial, transporte militar e instrução naval em várias regiões do império português. 📑 Índice ⛵ Corveta Damão ⛵ Corveta Sá de Bandeira ⛵ Classe Infante D. João ⛵ Corveta Duque da Terceira ⛵ Corveta Infante D. Henrique Corveta "Damão" (1861-1871) Foi construída em Damão por João Vito Moreira e lançada à água em Fevereiro de 1861. Armou várias vezes como transporte e era considerada uma embarcação bonita e de boa construção, embora fosse um veleiro medíocre. Corveta "Damão" Em Janeiro de 1865 largou de Goa para Lisboa, navegando nas águas de Angola e S. Tomé. Desempenhou igualmente missão em Ajudá e di...

⚓ Vela ou Vapor? A Revolução das Corvetas na Marinha Portuguesa da década de 1850

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Introdução As corvetas portuguesas do século XIX marcaram a transição entre a era da vela e o advento da propulsão a vapor. Estas embarcações desempenharam missões de soberania, transporte militar, diplomacia e patrulhamento naval em vários pontos do império ultramarino português, desde Angola até Timor. 📑 Índice ⛵ Corveta Goa ⛵ Corveta Sagres I ⛵ Corveta Bartolomeu Dias ⛵ Corveta D. Estephania Corveta "Goa" (1851-1873) Foi construída no estaleiro de Malim, em Goa. O navio era todo de teca e feito pelo risco da corveta "Elisa", embora se dissesse que, afinal, com ela nada se parecia. Foi lançada à água em 4 de Janeiro de 1851, na presença do Governador José Ferreira Pestana. Corveta "Goa" Em 1852, a corveta foi aprontada para seguir viagem rumo a Lisboa com escala por Moçambique, Moçâmedes, Luanda e Faial. Desempenhou várias comissões ao norte e sul da costa de Angola, transportando ...

⚓ Canhoneiras Portuguesas — A Vigilância dos Mares da década de 1850

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Introdução As canhoneiras foram navios de guerra de pequeno e médio porte utilizados pela Marinha Portuguesa sobretudo durante o século XIX. Destinavam-se a missões de patrulhamento, fiscalização costeira, repressão da escravatura e presença naval no ultramar. Algumas destas embarcações marcaram a transição entre a navegação à vela e a propulsão a vapor. 📑 Índice ⛵ Classe "Argos" ⛵ Barão de Lazarim ⛵ D. Maria Anna Canhoneiras Classe "Argos" Vapores de hélices construídos em Inglaterra em 1852. Foram os dois primeiros vapores de hélices construídos para a Marinha Portuguesa. Desempenharam missões de fiscalização aduaneira ao longo da costa portuguesa. Canhoneira "Argos" (1852-1877) Em 1877 o "Argos" foi mandado passar ao estado de...

⚓ Corvetas Portuguesas: Navegando pelos Mares do Império (1821-1858)

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Introdução As corvetas desempenharam um papel importante na Armada Portuguesa durante o século XIX. Construídas para missões de escolta, patrulhamento, transporte de autoridades e cruzeiros ultramarinos, estas embarcações navegaram pelos mares de África, Brasil, Índia, Macau e Açores, participando em bloqueios, missões diplomáticas, combate à pirataria e repressão ao tráfico negreiro. 📑 Índice ⛵ Corveta "Urânia" ⛵ Corveta "D. João I" ⛵ Oito de Julho" ⛵ Corveta "Porto" Corveta "Urânia" (1821-1852) A corveta "Urânia" foi construída na Baía em 1821, por Manuel Costa. Em 1823 passou a chamar-se "Urânia", tendo sido antes "Dez de Fevereiro". A corveta andava de bolina e era bom navio de barlavento; com vento e mar atirava bastante de popa à proa; e à popa era de pouco andar. ...

⚓ Fragatas Portuguesas do Século XIX: O Último Grande Século da Vela (1801-1900)

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Introdução  📜O século XIX marcou um período de profundas transformações na Marinha Portuguesa. A transição do Antigo Regime para o liberalismo, as Guerras Napoleónicas, a transferência da corte para o Brasil, a independência brasileira e as guerras civis portuguesas tiveram impacto direto na construção, emprego e longevidade das fragatas. Apesar do surgimento progressivo da propulsão a vapor, as fragatas à vela continuaram a desempenhar um papel fundamental nas primeiras décadas do século, sendo empregadas em missões diplomáticas, transporte estratégico, escolta, repressão do corso e projeção naval no Atlântico, Mediterrâneo e ultramar. Este catálogo reúne as principais fragatas portuguesas do século XIX, com destaque para as embarcações construídas ou empregadas entre 1806 e meados do século, apresentadas de forma cronológica e padronizada. Fragatas Portuguesas (1806–1830) União (1806–1823) Fragata União Estaleiro: Baía (Brasil) Armamento: 50 peças Guarnição...

💵 BNU: Emissão "Succursal de Loanda" para as Colónias de Angola, e São Tomé (1865–1891)

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Ao longo do século XIX, a expansão e administração do Império Colonial Português exigiram soluções monetárias próprias. A escassez de numerário metálico nas colónias levou à emissão de papel-moeda específico, adaptado às realidades económicas locais. Banco Nacional Ultramarino – Emissão “Succursal de Loanda” (1865–1913) 🌍 🧾 Contexto Histórico O Banco Nacional Ultramarino (BNU) , fundado em 1864, assumiu em conjunto com as Juntas da Fazenda um papel central na organização financeira das colónias portuguesas. A partir de 1865 , passou a emitir notas destinadas exclusivamente à circulação ultramarina, através da sua Succursal de Loanda . Estas emissões destinavam-se a colónias como Angola, e São Tomé , garantindo meios de pagamento estáveis e facilitando o comércio, a administração pública e o pagamento de salários. 🏛️ Emissão “Succursal de Loanda” As notas do BNU indicavam claramente a colónia onde eram pagáveis , não tendo curso legal na metrópole. Es...

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