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À Descoberta de Viana do Alentejo: 🙏 Castelos, Igrejas e Fé Popular

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Viana do Alentejo é uma vila alentejana onde a história medieval, a devoção religiosa e a tranquilidade rural se cruzam de forma autêntica. Entre muralhas, igrejas e santuários, o território revela séculos de fé, tradição e identidade cultural profundamente enraizada no Alentejo. 📜 História curta A história de Viana do Alentejo remonta à ocupação romana , mas foi durante a Idade Média que a vila ganhou maior relevância estratégica e religiosa. O seu castelo, mandado erguer no século XIV, tornou-se o principal símbolo defensivo e administrativo da região, enquanto as igrejas e santuários reforçaram o seu papel espiritual ao longo dos séculos. Viana do Alentejo   Muralhas do Castelo 🏰 Castelo de Viana do Alentejo – Construído no século XIV, apresenta uma planta pentagonal pouco comum em Portugal. As suas muralhas englobam o núcleo histórico da vila e oferecem uma perspectiva única sobre o casario alentejano e a paisagem envolvente. Período: Me...

🦩 Família Ciconiidae – Guardiã dos céus e das chaminés

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Num fim de tarde quente no Alentejo, o céu começa a tingir-se de dourado. No alto de uma velha chaminé, uma silhueta recorta-se contra o pôr do sol: asas amplas, pescoço longo, bico vermelho reluzente. É a cegonha-branca (Ciconia ciconia) — majestosa em voo e serena em repouso, é também  símbolo de viagem, renascimento e da estreita ligação entre a natureza e a vida humana. A família Ciconiidae agrupa as aves pernaltas de grande porte conhecidas como cegonhas. São aves caraterizadas por pernas longas, pescoço comprido e um bico longo e robusto. Pertencem à ordem Ciconiiformes. A Cegonha‑branca ( Ciconia ciconia ) é uma das aves mais icónicas da Europa, conhecida pelas suas longas migrações entre Europa e África e pelos ninhos que constrói em edifícios e chaminés. Cegonhas-brancas em ninho no Alentejo 🌎 Distribuição geográfica e habitat A cegonha-branca distribui-se principalmente pela Europa, norte de África e Ásia Ocidental . Em Portugal e Espanha é comum duran...

💴 Cédulas do Município de Castelo de Vide (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à proliferação de emissões fiduciárias locais. O concelho de Castelo de Vide integrou este fenómeno através da emissão de cédulas em papel promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Castelo de Vide (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social, económica e financeira. A implantação do novo regime implicou alterações no sistema monetário, com a criação de uma nova unidade e a modificação dos tipos, pesos e ligas das moedas, procurando manter inalterado o seu valor real. Contudo, a inflação crescente e a valorização dos metais conduziram ao desaparecimento progressivo da moeda metálica de circulação, sobretudo das moedas divisionárias indispensáveis às pequenas transações d...

💴 Cédulas dos Municípios de Castelo Branco e Castelo de Paiva (1917-1925)

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🪙 A Primeira República Portuguesa (1910–1926) ficou marcada pela instabilidade política, social, económica e financeira. Com a implantação do novo regime, surgiram alterações monetárias, instituiu-se uma nova unidade e modificaram-se os títulos das moedas, o seu peso e liga, porém, tudo conjugado de forma a não alterar o seu valor real. Cédulas de Castelo Branco e Castelo de Paiva – Primeira República   💰 🧾 Contexto Histórico Neste período, a escassez de moeda metálica de pequeno valor tornou-se particularmente evidente, criando dificuldades nos trocos e no comércio diário. Como resposta, surgiu a emissão de cédulas de papel , uma moeda de recurso cuja produção saiu do âmbito exclusivo da Casa da Moeda. Estas cédulas passaram a ser emitidas por Câmaras Municipais, Misericórdias, outras entidades públicas e até particulares. Contudo, segundo o historiador Oliveira Marques, a emissão de cédulas por entidades que não a Casa da Moeda era considerada ilegal. ...

💴 Cédulas do Município de Cascais (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica levaram à emissão de cédulas fiduciárias locais. No concelho de Cascais , destacou-se a emissão promovida pela Cooperativa de S. Domingos de Rana , destinada a suprir a falta de numerário de pequeno valor na economia local. Cédulas Fiduciárias de Cascais (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por forte instabilidade política, social e económica. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e a modificação dos tipos, pesos e ligas das moedas, procurando manter inalterado o seu valor real. No entanto, a inflação crescente e a valorização dos metais conduziram ao progressivo desaparecimento da moeda metálica de circulação, sobretudo das moedas divisionárias, essenciais às pequenas transações do quotidiano. Neste contexto surgiu a cédula fiduciária em papel...

💴 Cédulas do Município de Campo Maior (1917-1925)

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🪙 Durante a Primeira República Portuguesa, a escassez de moeda metálica e a instabilidade económica favoreceram a emissão de cédulas fiduciárias locais. O concelho de Campo Maior integrou este movimento, com emissões promovidas pela Câmara Municipal, destinadas a suprir a falta de numerário de pequeno valor no comércio quotidiano. Cédulas Fiduciárias de Campo Maior (Primeira República) 💰 🧾 Enquadramento Histórico A Primeira República (1910–1926) ficou marcada por acentuada instabilidade política, social e económica. A implantação do novo regime implicou alterações monetárias, com a criação de uma nova unidade e a modificação dos tipos, pesos e ligas das moedas, procurando manter inalterado o seu valor real. Apesar destas reformas, a inflação crescente e a valorização dos metais provocaram o desaparecimento da moeda metálica de circulação, sobretudo das moedas divisionárias, essenciais às pequenas transações do dia a dia. Neste contexto surgiu a cédula fid...

💵 Cédulas: Município de Caminha (1917-1925)

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Ao longo dos seus quase  900 anos de existência , Portugal atravessou sucessivas crises económicas e financeiras. Em períodos de escassez monetária, as comunidades locais encontraram soluções próprias para garantir o funcionamento do comércio e da vida quotidiana. Caminha – Cédulas Municipais e Cooperativas (1917–1925) 🪙 🧾 Contexto Histórico Durante a Primeira República Portuguesa (1910–1926), a instabilidade política, aliada às consequências da Grande Guerra, provocou uma forte inflação e uma grave falta de moeda metálica de pequeno valor. Esta situação afetou diretamente o comércio local, sobretudo nas vilas e zonas costeiras. 💰 Com a introdução do escudo em 1911, substituindo o real, esperava-se uma reorganização do sistema monetário. Contudo, a insuficiência de moedas divisionárias levou o Estado a tolerar a emissão de papel-moeda local , autorizado a câmaras municipais e a entidades privadas, com circulação limitada ao respetivo concelho. 💵 Cédu...

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